A internação de adolescentes que cometeram atos infracionais não se resume à punição. No Case de São Miguel do Oeste, a educação e a capacitação profissional são pilares do processo de reinserção social.
A unidade, que atualmente abriga 18 jovens, recebeu nesta quarta-feira, 22, a visita do diretor-geral do Departamento de Administração Socioeducativa, Douglas José Souza, que reforçou a importância dessas iniciativas.
Os adolescentes internados têm acesso ao ensino formal e a cursos técnicos oferecidos em parceria com instituições como o Senac. Em 2023, o governo de Santa Catarina destinou mais de R$ 600 mil para a formação profissional dos internos nos nove Cases do estado.
Douglas Souza explicou que a internação tem o objetivo de responsabilizar os jovens pelos atos cometidos, mas também de evitar a reincidência e criar oportunidades reais para um futuro melhor.
Além da educação e profissionalização, os internos recebem acompanhamento psicossocial. Atualmente, 330 adolescentes cumprem medidas socioeducativas de restrição de liberdade no estado.
Fonte: Portal Peperi
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