São Miguel do Oeste voltou a registrar um volume maior de contratações no mês de julho. De acordo com os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério da Economia, o município teve um saldo positivo de 108 vagas de trabalho no mês passado.
Foi o segundo mês consecutivo gerando empregos, depois de dois meses de queda. Em julho, o município teve 479 admissões e 371 desligamentos. O resultado foi o segundo melhor do ano, ficando atrás apenas de fevereiro quando foram geradas 134 vagas. No mês de junho, o saldo já havia sido positivo em 49 vagas. No acumulado do ano, foram abertos 175 postos de trabalho no município.
Assim como no primeiro semestre, a indústria foi a principal responsável pelo saldo positivo na geração de emprego formal verificada no mês de julho em São Miguel do Oeste. O setor teve 106 contratações a mais do que demissões. O segmento de serviços vem logo depois com saldo de 22 vagas. O mês de julho também foi positivo para o ramo agropecuário que teve uma vaga de trabalho aberta. Já a construção civil teve uma demissão a mais do que o total de contratações e o comércio manteve o quadro da primeira parte do ano e finalizou o mês de julho com 23 vagas de trabalho fechadas no município.
56% dos trabalhadores que foram contratados no mês de julho são do sexo masculino. Do total de 479 admitidos, 272 são homens e 202 são mulheres. A maior parte tem entre 18 e 24 anos, faixa etária que representa 36% do total de contratados. 19 pessoas contratadas no mês passado têm idades entre 50 e 64 anos, apenas 4% do total. Somente uma pessoa acima de 64 anos assinou contrato de trabalho com carteira assinada no mês passado. Em relação ao grau de instrução, 54% tem o ensino médio, 10% tem o ensino fundamental e 9% concluiu a faculdade.
O perfil dos trabalhadores que foram demitidos no mês de julho no município também aponta para uma predominância dos homens com idade entre 18 e 24 anos e com ensino médio completo. No mês passado, dos 371 desligados, 223 eram homens, o que representa 60% das demissões. 110 trabalhadores desligados tem entre 18 e 24 anos e 99 entre 30 e 39. 47% das pessoas que perderam o emprego tinha o ensino médio. Entre os demitidos, quase 15% dos trabalhadores tem ensino superior completo.
Fonte: Portal Peperi
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