Sem previsão de alta da UTI, Bolsonaro mantém boa evolução na recuperação, diz boletim

Por Ricardo Orso, São Miguel do Oeste

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Sem previsão de alta da UTI, Bolsonaro mantém boa evolução na recuperação, diz boletim
Reprodução/Instagram @jairmessiasbolsonaro

Ainda em acompanhamento após realizar uma cirurgia, o ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a apresentar sinais efetivos de movimentação intestinal, mas segue em jejum oral. Segundo o boletim médico, o político continua realizando sessões de fisioterapia e outras medidas para reabilitação. Entretanto, não há previsão do ex-chefe do Executivo receber alta da UTI.

“Mantém boa evolução clínica, já apresenta sinais efetivos de movimentação intestinal, continua em jejum oral e com nutrição parenteral exclusiva. Segue aumentado a intensidade da fisioterapia motora e medidas de reabilitação. Persiste a recomendação de não receber visitas e não há previsão de alta da UTI”, informou o Hospital onde ele está internado.

Apesar da recomendação para não receber visitas, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, visitou Bolsonaro nesta terça-feira (22).

O ex-presidente precisou ser submetido a essa cirurgia após passar mal durante uma agenda no Rio Grande do Norte, no último dia 11, quando sentiu dores e distensão abdominal. De acordo com os médicos, a operação foi necessária devido a uma obstrução intestinal.

Nesta segunda-feira (21), Bolsonaro disse que apresenta melhoras “significativas”. Nas redes sociais, ele informou que os drenos do abdômen foram retirados e o curativo da incisão cirúrgica foi trocado.

“Sigo internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, ainda em acompanhamento pós-operatório. Estou sem febre e com a pressão arterial controlada”, escreveu o ex-presidente.

Cirurgia

A cirurgia no intestino de Bolsonaro, que durou 12 horas, foi realizada “sem intercorrências e sem necessidade de transfusão de sangue” no dia 13 de abril.

Segundo os médicos, o procedimento mais recente feito por Bolsonaro foi bem-sucedido, mas o ex-presidente precisa ainda dos cuidados da UTI.

De acordo com o cardiologista Leandro Echenique, quando se faz uma operação deste porte, o corpo do paciente fica mais inflamado, e isso pode levar a uma série de intercorrências, exigindo monitoramento da pressão arterial e ações para possíveis infecções. Ainda segundo os médicos, Bolsonaro continua se alimentando por via venosa e, até o momento, não há previsão para que a alimentação oral seja retomada.

Fonte: Portal Peperi

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