O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu acionar o STF (Supremo Tribunal Federal) contra a derrubada do decreto que aumentava o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
Agora, a Advocacia-Geral da União (AGU) estuda a tese que será apresentada ao Supremo com argumentos do Ministério da Fazenda.
A CNN já havia informado que o argumento de líderes governistas, no Congresso, seria de que o PDL (Projeto de Decreto Legislativo) é inconstitucional por não apontar compensações.
O governo cogita resgatar o caso da desoneração da folha de pagamento e pedir ao STF que force o Congresso a indicar como a conta será paga.
O Congresso aprovou a prorrogação do benefício até 2027. A medida foi questionada no Supremo, que busca uma conciliação entre Executivo e Legislativo.
Nas contas dos governistas, a derrubada do aumento do IOF levaria a um novo contingenciamento orçamentário de pelo menos R$ 12 bilhões. Desse montante, R$ 3 bilhões seriam de emendas parlamentares.
Em entrevista à CNN, o ministro Gilmar Mendes disse que há precedentes jurídicos para um recurso sobre o assunto na Suprema Corte.
Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, que quer ir à Justiça buscar nova fonte de receita no orçamento.
Fonte: Portal Peperi
SMO abre programação de Páscoa com nova decoração na Praça Central
Governo de SC abre vagas para cursos técnicos gratuitos em SMO em parceria com a Unoesc
Palestras abrem a 2ª Exponobe de Iporã do Oeste
Bombeiros controlam incêndio em depósito de recicláveis em Dionísio Cerqueira
Missão dos 100 anos de Itapiranga mobiliza lideranças comunitárias
CDL confirma Summit Empresarial 2026 para o dia 24 de Julho
Mulher absolvida por dopar, matar marido e jogar corpo nas dunas volta a ser julgada em SC
Professoras flagradas fumando em escola de Joaçaba são afastadas do trabalho
Empresa de SC é alvo de investigação por espionagem industrial; ex-funcionários do PR são suspeitos