O 1º Seminário Regional de Acolhimento Institucional e Familiar reuniu, nesta quinta-feira, 27, especialistas, autoridades e profissionais da assistência social no auditório da Unoesc, em São Miguel do Oeste. O evento foi promovido pela Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina (Ameosc), em parceria com a Associação dos Municípios da Região do Iguaçu (Amerios) e a Federação Catarinense de Municípios (Fecam).
Durante o encontro, gestores, conselheiros tutelares e especialistas debateram os desafios do acolhimento de crianças e adolescentes, destacando a importância da articulação entre os municípios para garantir um atendimento mais humanizado.
Entre os destaques, Simone Felin, representante do Colegiado de Assistência Social da Ameosc, reforçou a necessidade do fortalecimento das redes de proteção e da qualificação dos serviços de acolhimento.
O presidente da Ameosc, Alexandre Ribas, também enfatizou a relevância da iniciativa. "O acolhimento de crianças e adolescentes é uma responsabilidade coletiva, e este seminário representa um passo essencial para aprimorarmos nossas ações e garantirmos um atendimento digno."
Fonte: Portal Peperi
Primeiro Feirão de Empregos do Senac reúne 20 empresas e oferta cerca de 150 vagas em São Miguel do Oeste
São Miguel do Oeste realiza 2º Fórum Municipal de Combate ao Trabalho Infantil
Casal é preso por tráfico de drogas em São Miguel do Oeste
Hospital de Tunápolis terá investimento de R$ 18 milhões em reforma e ampliação
Colisão entre carro e carreta deixa jovem ferido na SC-160 em Saltinho
Vereadores aprovam aumento do vale-alimentação dos servidores para R$ 700 em SMO
Conferência de Saúde vai apontar propostas para melhorar atendimentos em SMO
Câmara arquiva projeto que previa fornecimento gratuito de sensores de glicose para diabéticos
Jovem fica ferido em colisão entre van da Saúde de Santa Helena e carro na SC-496
Vereadores Mirins apresentam indicações em Itapiranga
Ypê amplia troca e reembolso de produtos, após decisão da Anvisa
Brasil cai em ranking de competitividade mesmo com baixo desemprego