A estiagem tem causado impactos severos na produção agrícola e pecuária de São Miguel do Oeste e região. Diante da situação crítica, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) inicia nesta segunda-feira, 25, um levantamento detalhado dos prejuízos.
Segundo o gerente regional da Epagri, Sidnei Simon, o objetivo é reunir dados precisos para embasar possíveis decretos de emergência nos municípios afetados. "As principais perdas estão na produção de milho, soja e leite, além da escassez de água para consumo humano e animal", explicou. A expectativa é concluir o levantamento até quinta-feira, 27.
Enquanto isso, a Prefeitura de São Miguel do Oeste já vem adotando medidas emergenciais para amenizar os efeitos da seca. Um caminhão-pipa com capacidade para 15 mil litros está abastecendo propriedades rurais, atendendo pelo menos 50 famílias. Além disso, a administração municipal pretende desenvolver ações para reduzir os impactos da estiagem em períodos de baixa precipitação.
A produção agrícola já sente os reflexos da falta de chuvas. Nas lavouras onde a colheita está em andamento, a redução na produtividade de milho e soja varia entre 15% e 20%. Já nas plantações que ainda estão em fase de crescimento, as perdas podem ser ainda mais expressivas. Na pecuária leiteira, a estiagem combinada com as altas temperaturas aumenta o estresse térmico dos animais, reduzindo a produção de leite e comprometendo a qualidade das pastagens.
Fonte: Portal Peperi
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