Com posições contrárias, e sem sinais de recuo ou acordo, representantes do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto participam de uma audiência de conciliação no STF (Supremo Tribunal Federal) para discutir o futuro do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) na tarde desta terça-feira (15).
A reunião foi convocada pelo ministro Alexandre de Moraes. Serão debatidos os decretos do governo que alteraram o imposto e a decisão do Congresso de derrubar os efeitos das normas.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que acionou a corte pela manutenção dos decretos, defende a liberação do aumento do imposto como forma de aumentar a arrecadação, mas alega que o ponto principal é a regulamentação.
A AGU (Advocacia-Geral da União) tem reforçado que o órgão vai defender a manutenção das medidas, por terem previsão constitucional.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que o órgão vai demonstrar “a total conformidade dos decretos presidenciais com a Constituição, enfatizando seu adequado uso na condução da política econômica, cambial e securitária do Poder Executivo Federal”.
Em entrevista à RECORD na semana passada, Lula deixou claro que não pretende recuar da essência da medida e avisou que, se tiver que fazer cortes no Orçamento para compensar a derrubada do IOF, pode mexer nas emendas parlamentares — principal fonte de recursos dos deputados para atender suas bases eleitorais.
Lula defendeu o aumento do imposto como instrumento legítimo de gestão fiscal, argumentou que não cometeu nenhuma irregularidade ao editar os decretos e reforçou sua prerrogativa como chefe do Executivo.
“Fazer decreto é da responsabilidade do presidente da República, e os parlamentares podem fazer um decreto-lei para eles se tiver cometido algum erro constitucional, coisa que eu não cometi.”
Nessa segunda-feira (14), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, reforçou que o governo quer manter os decretos de Lula.
“O governo já tem a proposta, que foi o que fez o decreto. A posição oficial do governo é o decreto, e o governo pediu que STF se manifeste. Então, não tem proposta alternativa, nossa posição é aquela, de defesa do decreto. O governo não fará negociação sobre esse tema. O governo defenderá manter a defesa judiciária do seu decreto”, declarou Costa a jornalistas, após evento no Palácio do Planalto.
Fonte: Portal Peperi
Autores lançam livro sobre colonização alemã no Extremo Oeste
Menores de 18 anos demonstram pouco interesse em votar nas eleições de outubro, em Itapiranga
Projeto aprovado em SMO amplia prazo para folga de servidores doadores de sangue
STF reforça proibição de novos penduricalhos no Judiciário e no Ministério Público
Reação no preço do leite gera boa expectativa no setor
Curso da Epagri reúne 29 mulheres do Extremo-Oeste em capacitação para empreendedorismo rural
Mais de 3,7 mil pacientes faltam consultas e exames no Hospital Regional em 2026
Governo lança programa que vai pagar até R$ 7,5 mil para produtores que preservarem florestas
Margem mínima de importações por Dionísio Cerqueira será elevada para 50%
STJ absolve homem condenado a 10 anos por tráfico em SMO por falta de provas materiais
Câmara aprova projeto para melhorias em comunidades do interior em SMO
Justiça mantém suspensa exigência de 5 anos de residência para acesso ao Universidade Gratuita