O STF (Supremo Tribunal Federal) retoma nesta segunda-feira (28) o julgamento sobre a prisão do ex-presidente Fernando Collor, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. O placar está em seis a zero — ou seja, a Corte já formou maioria para manter o ex-chefe do Executivo detido —, mas os ministros ainda podem mudar seus votos ou pedir destaque no julgamento.
A análise ocorre no plenário virtual, após o ministro Gilmar Mendes ter retirado, no sábado, um pedido de destaque. Caso o destaque fosse mantido, o caso seria transferido para julgamento presencial. A partir das 11h, os ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça poderão se manifestar no sistema do STF. Já Cristiano Zanin se declarou impedido porque atuou como advogado em processos da Lava Jato.
Na modalidade virtual, os ministros apenas apresentam os seus votos e não há discussão. Se houver um pedido de vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso, o julgamento é suspenso. Se houver um pedido de destaque, o caso é levado ao plenário físico. Condenado por corrupção na BR Distribuidora, Collor deve cumprir oito anos e dez meses em regime fechado.
Maioria
O relator da ação, ministro Alexandre de Moraes, determinou a prisão imediata de Collor após negar um recurso da defesa. Na sexta-feira (28), os ministros Flavio Dino, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Dias Toffoli votaram pela manutenção da decisão.
Defesa
Mesmo após o ex-presidente e ex-senador Fernando Collor de Mello negar estar doente ou tomar remédio, os advogados dele pediram, em audiência de custódia de quinta-feira (25), para a Justiça permitir o cumprimento de prisão domiciliar. A defesa alegou que o ex-presidente tem comorbidades graves, como doença de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar.
Após a reunião, Moraes decidiu mandar o ex-presidente para a Ala Especial no Presídio Baldomero Cavalcanti de Oliveira, em Maceió, em sala especial, em cela individual. Também solicitou à direção do presídio informar, em 24 horas, se tem totais condições de tratar da saúde do político.
Na audiência, Collor contou como foi preso. “Eu estava no aeroporto embarcando para Brasília para me apresentar às autoridades judiciais”, explicou. Ele também manifestou seu desejo de permanecer no estado de Alagoas.
“Nos termos da Lei de Execuções Penais, o local de cumprimento da pena, em regra, deve ocorrer no local de domicílio do preso, a fim de assegurar sua permanência em próximo ao seu meio social e familiar”, decidiu Moraes.
Relembre
Condenado por corrupção na BR Distribuidora, Collor deve cumprir oito anos e dez meses em regime fechado. De acordo com a decisão, o ex-presidente teria recebido R$ 20 milhões por meio de empresários para favorecer indicações políticas dentro da estatal e viabilizar contratos de construção de bases de combustíveis.
Fonte: Portal Peperi
Dois homens são detidos com maconha durante ação policial em Iporã do Oeste
Plano Municipal de Turismo de São Miguel do Oeste avança após realização do terceiro seminário
Novo delegado destaca transparência e aproximação com a comunidade em São José do Cedro
Campo Erê reúne especialistas em seminário sobre combate ao caruru gigante
Defesa de casal condenado por tráfico de drogas em Itapiranga emite nota de esclarecimento
Inscrições para categoria estudantil do FEMUSMO estão abertas em SMO
Motociclista fica ferido em colisão com carro em Itapiranga
Produtores buscam alternativa após abandonar projeto de biogás em Itapiranga
Goleiro do Operário-PR participa de campanha solidária para adolescente com leucemia em Itapiranga
Justiça libera R$ 2,5 bilhões para pagamento de atrasados do INSS
Homem é preso por agredir companheira durante discussão em SJCedro
Gilmar diz que Mendonça cometeu "erro crasso" em delação de Vorcaro