Após escândalos envolvendo descontos na folha de pagamentos de aposentados e pensionistas, ministros do governo Lula saíram em defesa do aumento das investigações e punição a envolvidos, além de uma mudança administrativa no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).
As posições vieram ao longo dos últimos dias e se repetiram entre diferentes nomes do Planalto, passando pelo Trabalho, Justiça, Fazenda e pela própria Previdência, que segue comandada por Carlos Lupi.
A permanência do ministro tem sido questionada por oposicionistas, mas conforme apurou o R7, ele seguirá no cargo a menos que investigações indiquem envolvimento no caso. Uma das perspectivas, apontada sob reserva, é de que o desligamento poderia ser interpretado como culpa do governo Lula pelos desvios, sem considerar que as ações começaram antes da gestão petista.
A investigação da PF aponta irregularidades entre 2019 e 2024, que somam R$ 6,3 bilhões. No entanto, os desvios tiveram aumento expressivo a partir de 2023.
Outro critério pela continuidade de Lupi será a respota do ministro à crise do INSS, conforme apontou Luiz Marinho, titular do Trabalho. “[Lupi] tem as ferramentas, agora com a nova gestão do INSS, para poder tomar as decisões, fazer as correções de rota e dar garantia à sociedade que o INSS é uma instituição séria“, disse o ministro a jornalistas durante ato do 1º de Maio, em São Paulo. ”A partir daí é uma decisão eminentemente política, que cabe ao presidente da República", completou.
Nos últimos dias, Lupi negou omissões, mas admitiu que o INSS demorou para dar uma resposta às denúncias de irregularidade. O ministro atribuiu a dificuldade de ação ao excesso de processos do instituto e defendeu que a autarquia deixe de administrar descontos de entidades na folha de pagamento de aposentados e pensionistas.
“O que o INSS tem que fazer como intermediário dessa relação? Se eu sou entidade representativa, eu busco prestar serviço, busco aposentado e faço cobrança diária com ele. Faz um boleto, um PIX. Porque o INSS tem que cuidar disso? Acho que não é função precípua do Instituto Nacional de Seguridade Social”, disse. Ele e o partido, o PDT, também defendem sua continuidade no cargo.
Punição a envolvidos
Outro ponto defendido por ministros é de uma punição rigorosa aos que tiverem envolvimento confirmado no esquema do INSS. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, disse a deputados que o governo quer prender todos os que participaram das ações.
Fonte: Portal Peperi
Colisão frontal seguida de capotamento é registrada na BR-283, em Guatambu
Vendaval provoca destelhamentos e danos em Chapecó; rajadas de vento chegaram a 100 km/h
Fernando Will defende aproximação entre partidos para ampliar projetos em São José do Cedro
Caminhos da Fé une espiritualidade, atividade física e natureza em São José do Cedro
35ª Romaria de Nossa Senhora Aparecida será realizada nesta segunda em SMO
Feira Livre de SMO celebra 40 anos com programação especial
Oeste garante 20% das cadeiras da Alesc com oito deputados eleitos
Soberanas da Oktoberfest de Itapiranga visitam Rádio Cedro
PSD lamenta dispersão de votos para candidatos de outras regiões em SMO
TSE anula votos de Garotinho e Ruas deve vencer governo do RJ no primeiro turno
PRF reforça fiscalização nas rodovias de SC durante feriado de Nossa Senhora Aparecida
Acidente com carro deixa motociclista ferido na Willy Barth, em São Miguel do Oeste