São João do Oeste debate alterações no programa de recolha de carcaças

Por Ricardo do Nascimento, Itapiranga

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São João do Oeste debate alterações no programa de recolha de carcaças
Foto: Ilustrativa

O valor considerado elevado gera debate na recolha de animais mortos. O sistema de decomposição é considerado adequado para não contaminar o meio ambiente, porém os custos geram reclamações por parte dos agricultores. A recolha de carcaças de animais está gerando preocupação em São João do Oeste e o município estuda as possibilidades. O problema está no custo elevado aos produtores rurais.

A Lei Municipal de dezembro de 2017, estabelece subsídio do município em 60% do valor e o restante deve ser pago pelo proprietário do animal. Conforme o Vice-prefeito e Secretário da Agricultura de São João do Oeste, Orlando Royer, a empresa Compoeste, instalada no município, cobra R$ 611,00 por animal recolhido. Deste valor, o produtor rural precisa desembolsar R$ 244,00.

De acordo com o Secretário da Agricultura de São João do Oeste, o problema se agrava pelo fato de ocorrer cobrança antecipada, o que gera dificuldades para quem não utiliza forma digital de pagamento. O município aderiu ao programa em novembro de 2024. Royer afirma que está ocorrendo a revisão de todos os programas da agricultura e a recolha de carcaças também passa por avaliação.

Ele admite que existe a possibilidade de alteração no subsídio do município, porém o projeto precisa de aprovação dos vereadores, que iniciam os trabalhos apenas em fevereiro. O objetivo é ampliar a participação do município e reduzir as despesas dos produtores. De acordo com Orlando Royer, São João do Oeste possui rebanho de 25 mil bovinos. Ele considera que a média de morte de animais é de 3% e isso gera um valor expressivo para o município bancar.

Fonte: Portal Peperi

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