O Vice-prefeito e Secretário da Agricultura de São João do Oeste, Orlando Royer participou de uma viagem organizada pelo Conder para conhecer projetos de reciclagem de lixo. Os representantes dos municípios consorciados ao Conder realizaram uma visita técnica ao município de São Bento do Sul e ao Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí, sediado em Timbó.
O objetivo foi conhecer de perto experiências bem-sucedidas na transformação de resíduos sólidos urbanos em produtos como biogás, biofertilizantes e termoplásticos, processos que já vêm sendo aplicados nessas localidades. São João do Oeste não enfrenta problemas para a coleta de lixo reciclável na cidade, sendo roteiros bem organizados de forma escalonada. São dias específicos para coleta de lixo orgânico e reciclável. O Vice-prefeito menciona que o cuidado está na destinação do material.
“É preciso avançar na implementação do Programa Lixo Zero. Neste sentido a visita técnica foi positiva para os representantes municipais terem conhecimento das práticas sustentáveis que possam ser adaptadas à realidade dos municípios consorciados” diz Orlando Royer.
Durante a agenda, a comitiva também conferiu a aplicação de pavers produzidos a partir de materiais reciclados do lixo domiciliar, evidenciando o potencial de reaproveitamento e geração de valor a partir dos resíduos.
O Vice-prefeito diz que “É preciso evoluir no planejamento de ações sustentáveis que promovam benefícios ambientais e econômicos para os municípios da região”.
O projeto do Conder visa envolvimento dos 34 municípios que fazem parte do Consórcio Intermunicipal. A central seria instalada em São Miguel do Oeste. De acordo com Orlando Royer, o principal objetivo é evitar o aterro sanitário e dar uma destinação correta por meio de reciclagem, visando reaproveitamento de materiais orgânicos.
O Vice-prefeito considera que é preciso evitar que materiais sejam enterrados ou queimados. Ele chama atenção que o projeto deve ser amplamente debatido, devido ao alto investimento necessário e várias etapas burocráticas.
“Uma iniciativa economicamente viável e com a geração de subprodutos que surgem a partir da reciclagem de lixo. O sistema atual é legal, porém pode ser transformado para forma mais econômica e sustentável” conclui Orlando Royer.
Fonte: Portal Peperi
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