A divulgação atrasada da tabela com o preço pago por litro de leite prejudica os produtores do extremo-oeste quanto a organização de pagamentos a serem efetuados no mês seguinte.
O produtor de São José do Cedro Diego Banfi, relatou que, se houvesse esta informação no período certo, os trabalhadores rurais saberiam do preço e poderiam, caso optassem, trocar de laticínio e escolher outro que ofertasse um melhor valor. Ele lembrou que existe uma lei, aprovada ainda em 2012, que prevê a obrigatoriedade de as empresas informarem ao produtor o preço pago pelo produto até o dia 25 de cada mês. Banfi ainda destacou que esta mesma lei dispõe de um parágrafo único que assegura a penalidade aos envolvidos a pagarem o maior preço praticado no mercado, caso atrasem.
O atraso na divulgação não é o principal problema do setor no extremo-oeste, mas sim o preço que é pago pelo litro de leite independente do dia. O produtor de São José do Cedro Diego Banfi, afirmou que o grupo de animais na sua propriedade foi reduzido e a projeção para os próximos meses é de diminuir ainda mais o plantel. Tendo em vista que, segundo ele, muitos trabalhadores rurais estão pagando para manter a atividade em funcionamento.
O produtor ainda relatou que esteve buscando novas opções de alimentar o gado visando a contenção de gastos. Ele destacou que, apesar de um pequeno aumento no preço, os insumos encareceram muito nos últimos meses. Como exemplo, o produtor citou que seria necessário vender cerca de 130 litros de leite a R$ 2,30 para comprar um fardo de adubo ou ureia. Diego, também afirmou que a margem de lucro do trabalhador rural é pequena e tem tornado insustentável a produção.
Fonte: Portal Peperi
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