A Polícia Militar Ambiental vai atuar de forma contundente na Operação Piracema. O período de restrições a pesca inicia neste domingo, 1º de outubro.
As ações da Polícia Militar Ambiental na região visam impedir a pesca predatória, especialmente no Rio Uruguai e afluentes. De acordo com o Comandante do Segundo Pelotão da Polícia Militar Ambiental em São Miguel do Oeste, Capitão Alcenir Minuscoli, o trabalho é pautado em diversas denúncias que ocorrem. Ele salienta que os peixes ficam mais vulneráveis porque fazem o deslocamento para a reprodução e os pescadores se aproveitam desta situação para cometerem crimes.
O Capitão alerta que as pessoas que forem flagradas serão responsabilizadas nas formas penal e administrativa. São apreendidos os apetrechos de pesca e também embarcações quando ocorrer flagrante. O Capitão, Alcenir Minuscoli informa que serão emitidas ordens de serviços para empregar o maior número possível de policiais para dar impacto e mostrar a força da fiscalização.
O comandante também anunciou a realização de uma Operação conjunta com a Brigada Militar do Rio Grande do Sul visando mostrar a força e a presença policial neste período de defeso dos peixes. Minuscoli afirma que a população está ciente das restrições e do prejuízo que causa a pesca durante a piracema. A proibição de uso de redes, tarrafas, espinhéis e outras formas de pesca inicia neste domingo, 1º de outubro e prossegue até 31 de janeiro.
A Piracema é uma época importante para que o peixe complete o ciclo reprodutivo e dê continuidade à espécie. O Comandante do Segundo Pelotão da Polícia Militar Ambiental, Capitão, Alcenir Minuscoli, diz que é preciso garantir que as espécies existam sempre em boa quantidade. Ele considera que os rios da região não oferecem locais liberados para a pesca, pois as restrições são amplas.
Minuscoli lembra que nesse período é proibida a pesca nas corredeiras, cachoeiras e barragens de hidrelétricas, devendo ser mantida a distância de 1.500 metros acima e abaixo destes locais. Também é proibido a pesca nas confluências de rios, devendo ser mantida a distância de 500 metros da área. O Capitão reforça que não é permitido a utilização de molinete, carretilha, espinhel, tarrafas e redes, além de embarcação motorizada. Com tantas restrições, o comandante conclui que a pesca é proibida em praticamente na totalidade dos rios.
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Fonte: Portal Peperi
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