O município de São Miguel do Oeste já está com as inscrições abertas para os interessados em participar da terceira edição do programa Juro Zero. A informação é da secretária de Desenvolvimento Sustentável, Marli Da Rosa.
Em entrevista para a Peperi, ela destacou que até o momento, duas instituições financeiras se cadastraram para disponibilizar os recursos e os demais bancos interessados ainda podem procurar a secretaria para firmar parceria nesta edição.
Segundo Marli, as inscrições já iniciaram nesta semana e os profissionais já estão recebendo os documentos das pessoas físicas e jurídicas, incluindo também os agricultores.
Ela afirmou que a procura pelo programa Juro Zero é constante e era esperado por várias famílias de São Miguel do Oeste. De acordo com ela, algumas pessoas já estavam aguardando a abertura da terceira fase e por isso o interesse deve ser intenso, assim como ocorreu em outras edições.
Podem participar dessa fase os microempreendedores individuais, microempresa e agricultores, sendo que uma novidade neste ano é a possibilidade da linha de crédito para as famílias que também investem no turismo de São Miguel do Oeste.
Ao todo, o governo de São Miguel do Oeste vai investir nesta terceira fase do programa Juro Zero cerca de R$ 5 milhões. Serão R$ 1,5 milhões para os microempreendedores individuais e microempresas, sendo R$ 5 mil para os MEIs e R$ 10 mil para as microempresas. O pagamento para essas duas modalidades vai ocorrer em 12 parcelas mensais.
Já para os agricultores o valor total ofertado será de R$ 2,5 milhões, sendo R$ 12 mil para cada família e com pagamento em oito parcelas anuais. Para o turismo, São Miguel do Oeste vai oferecer até um R$ 1 milhão, sendo R$ 50 mil para cada interessado e o pagamento em três parcelas anuais.
Marli Da Rosa lembrou que ao longo das outras edições, quase 600 empreendedores já foram beneficiados.
Ela comentou ainda que como em outras edições, o município de São Miguel do Oeste vai bancar todos os juros pagos pelos beneficiários ao longo do período, sendo que ao final do pagamento, os beneficiários poderão retirar os valores pagos a mais, sendo esse montante pago pela própria prefeitura.
Ela explicou que no caso de pessoas jurídicas, os documentos necessários são o CNPJ, cópia do contrato social com alterações, comprovante de regularidade, certidão negativa com a fazenda municipal, estadual e federal e alvará de funcionamento, além de uma declaração com modelo padrão onde deverá constar a finalidade desse recurso. Já para as pessoas físicas são necessários todos os documentos pessoais.
Marli da Rosa reforçou que mais informações podem ser obtidas na própria secretaria de Desenvolvimento Sustentável junto a prefeitura de São Miguel do Oeste.
Fonte: Portal Peperi
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