A investigação sobre as causas do acidente de balão que matou oito pessoas em Praia Grande, no Sul de Santa Catarina, teve novos desdobramentos nesta quinta-feira, 26. Polícia Civil e Polícia Científica realizaram uma varredura na região do acidente, onde encontraram um maçarico, que acende as chamas do balão, além do extintor que teria falhado na ocorrência. Estes eram os vestígios que faltavam para o prosseguimento da análise pericial.
Segundo Rafael Chiara, delegado responsável pelo inquérito policial, o piloto do voo que resultou na tragédia do último sábado, 21, apresentou na prática a versão dele dos fatos para os peritos. Após isso, os policiais se dirigiram à secretaria de Obras da prefeitura municipal, onde a equipe de perícia analisou os destroços do balão.
— Todas as testemunhas e sobreviventes foram ouvidos, inclusive o proprietário da empresa fabricante do balão, que nos auxiliou bastante no entendimento técnico. Já foram ouvidas mais de 20 pessoas. A parte de oitivas está encerrada, estamos no aguardo da perícia — completa o delegado.
Agora devem ser analisadas imagens, os vestígios, exames de bancada do extintor e maçarico, para dessa forma, o laudo pericial ser finalizado. A estimativa é de que todo esse processo leve até 30 dias até ser concluído. A diligência contou com a atuação de duas equipes periciais dos núcleos de Laguna e de Tubarão, além dos peritos de Araranguá e departamento de engenharia forense.
Alguns pontos seguem em aberto, como o manuseio dos equipamentos no momento da queda e sobre a dinâmica da aterrissagem do balão no momento em que os 13 sobreviventes desceram e as outras oito vítimas permaneceram no cesto.
— Preliminarmente podemos dizer que houve um impacto, mas não tem fotos ou vídeos das pessoas sendo ejetadas, então não tem como comprovar isso. Realizamos também uma perícia no local do posto de emergência, mas tinham poucos vestígios. É difícil afirmar se as pessoas foram ejetadas, podem ter sido, mas tecnicamente a gente não tem os vestígios para levar a esse entendimento — explica Eron Freitas, perito da Polícia Científica.
Fonte: Portal Peperi
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