A base do governo Lula no Congresso vai usar o risco de impacto na redução de penas a condenados por crimes violentos como defesa para a manutenção do veto ao projeto da dosimetria.
O argumento a ser levado por aliados do Planalto no próximo 30 de abril é de que a derrubada do veto poderia levar o benefício de diminuição de condenações para casos além do 8 de Janeiro.
Governistas também consideram que a retomada da dosimetria vai atenuar parte do agravamento das penas previsto no projeto Antifacção, relacionado a organizações criminosas, segundo apurou o R7.
As justificativas foram elaboradas a partir de material elaborado pela consultoria do Senado, além de produção própria da liderança do governo no Congresso.
O maior impacto, segundo a análise, é ligado à redução de penas para crimes hediondos. Atualmente, condenados precisam cumprir 70% da pena antes da progressão. Com a dosimetria, a previsão é de que a necessidade de cumprimento da pena caia para 40%.
A relação se dá pelo projeto aprovado no Congresso prever uma mudança à Lei da Execução Penal, que define os prazos para progressão de regime. Ao mirar condenados do 8 de Janeiro, a redução também pode alcançar outras áreas.
Em outra frente, a cúpula da Câmara tem defendido a derrubada do veto presidencial para uma diminuição das penas ligadas ao 8 de Janeiro pela avaliação de que o tempo das condenações aplicadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) é excessivo.
As penas definidas pela Corte variaram de três a 17 anos e seis meses de prisão. O tempo também é uma crítica de oposicionistas, que fecharam questão contra o veto. Os partidos PL e Novo anunciaram apoio à retomada da dosimetria por considerarem que uma resposta aos condenados representa uma busca pela pacificação do país.
“O fechamento de questão nesta matéria simboliza o compromisso do partido com a restauração do equilíbrio, com a promoção da justiça e com o fortalecimento das liberdades individuais. Trata-se de um avanço relevante dentro de um processo mais amplo, que visa construir as condições necessárias para uma solução definitiva que promova a harmonia entre os brasileiros”, diz trecho de nota divulgada pelos partidos no Senado.
Na Câmara, oposicionistas também reforçaram campanha pela derrubada do veto. Nos bastidores, a mudança na decisão do Planalto é dada como certa.
Para um veto ser derrubado, são necessários 257 votos de deputados federais e 41 de senadores. Na análise do projeto, o texto da dosimetria contou com o endosso de 291 deputados e 48 senadores.
Fonte: R7
Feirão de Veículos da Sicredi oferece condições especiais em São Miguel do Oeste
Transferência de embriões tem resultado positivo em gado de corte em Itapiranga
Corpo de Bombeiros de Itapiranga comemora 27 anos de atividades
PRF apreende cocaína e prende dois na BR 163, em Guaraciaba
Projeto estimula empatia e fortalece relações entre alunos em escola de Itapiranga
Mais de 5,5 milhões de catarinenses precisam trocar documento para evitar perda de benefícios
Trabalhador fica ferido após sofrer acidente com trator no interior de União do Oeste
Nova classificação dos EUA que coloca PCC e CV como terroristas entra em vigor
Assassinatos caem 42% em SC e atingem menor nível para maio desde 2008
Detran de SC alerta para golpes com páginas falsas de pagamento do IPVA
Menino de 4 anos morre ao cair de janela enquanto tentava observar pássaro, em Blumenau
SC abre inscrições para programa que paga agricultores por preservação ambiental