O gerente regional da Epagri em São Miguel do Oeste, Sidinei Egon Simon, fez um balanço positivo do ano de 2025 para a região. Segundo ele, foi um período de muitos desafios, mas com conquistas expressivas, especialmente no atendimento aos produtores rurais do Extremo Oeste.
De acordo com Simon, foram aplicados cerca de R$ 160 milhões em recursos destinados ao desenvolvimento rural, sendo grande parte vinda do Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (FEDR) e também do Tesouro do Estado de SC. Esses valores foram usados para financiar projetos dos próprios agricultores, com juros subsidiados, promovendo crescimento não apenas na agricultura, mas também no comércio e na indústria locais.
“Foi um ano em que conseguimos fortalecer ainda mais a nossa região, com desenvolvimento local e geração de renda para os produtores. Sem agricultura, não existe PIB aqui”, destacou.
Outro ponto de destaque foi a ampliação do quadro de técnicos da Epagri na região, trazendo novo fôlego para os trabalhos, mesmo com o desafio da adaptação dos novos profissionais ao sistema da empresa.
Foram realizados mais de 6 mil projetos agrícolas na região, que também passou a contar com a gestão compartilhada dos CEDUPs agrícolas, como o CEDUP Getúlio Vargas, em São Miguel do Oeste, e a unidade de Campo Erê. A Epagri já atua com equipes de gestão nos dois colégios, em parceria com as direções existentes.
Para 2026, a expectativa é assumir também a gestão das casas familiares rurais, que são 11 em Santa Catarina, sendo que a maioria está localizada no Extremo Oeste. Só na região de Simon, são três casas, e na região vizinha de Palmitos, mais quatro.
“Essas casas são fundamentais para preparar os jovens para assumir a gestão das propriedades. Isso é sucessão familiar na prática”, explicou. Segundo dados da Epagri, 94% dos jovens formados em cursos da instituição permanecem na agropecuária, e 74% continuam como gestores das suas propriedades.
Outro projeto de destaque para 2026 é o Microbacias, que será executado com apoio do Banco Mundial. Ele terá foco na sucessão familiar e na chamada "residência indígena", promovendo desenvolvimento sustentável nas pequenas comunidades rurais.
Simon finalizou destacando que sem uma política de fortalecimento da agricultura familiar e da juventude rural, os pequenos municípios do Extremo Oeste catarinense correm o risco de estagnação econômica. “Nossos municípios são pequenos e dependem diretamente do campo. Se não tivermos quem continue esse trabalho, vamos enfrentar dificuldades”, concluiu.
Fonte: Portal Peperi
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