Os educandários do interior de Itapiranga buscam formações que atendam as demandas locais e precisam ampliar quadro de professores. Conforme a Diretora da Escola Santo Antônio, interior de Itapiranga, Carlete Thomé, a novidade neste ano está sendo o Curso Técnico em Agropecuária no primeiro ano do ensino médio. Objetivo é a formação voltada as diversas atividades agropecuárias visando motivar os jovens a seguirem na sucessão familiar e promover o desenvolvimento de empreendimentos rurais.
A Diretora explica a necessidade de contratar profissionais técnicos em agropecuária, agrônomos e veterinários para atuarem em disciplinas em laboratórios e aulas práticas.
Carlete Thomé avalia que profissionais e alunos estão motivados com a nova possibilidade de formação. Outra atividade diferenciada é a pedagogia da alternância com turmas do oitavo e nono ano. Neste caso o aluno possui o sistema de tempo escola e tempo comunidade, permanecendo em período integral por três dias da semana na escola e o restante busca a prática na propriedade.
Segundo a Diretora da escola de Santo Antônio, é preciso ter atenção com a capacitação da equipe para atender a demanda dos cursos técnicos. Carlete Thomé menciona ainda a parceria com entidades do município para auxiliar os profissionais do educandário.
Na Escola de Sede Capela, interior de Itapiranga, acontece o Curso Técnico em Agropecuária na Escola de Educação Básica São José. As aulas iniciaram também em 19 de fevereiro. Conforme a diretora do educandário, Sueli Von Borstel, a concretização da abertura do curso Técnico em Agropecuária fará toda a diferença no meio rural e no desenvolvimento agrícola com uma formação integral. Para a diretora, o curso representa não apenas uma oportunidade de educação, mas sim um impulso para a modernização e desenvolvimento das propriedades rurais locais.
Sueli Von Borstel destaca que a abertura do curso técnico em agropecuária responde a uma demanda educacional e também atende às necessidades práticas e econômicas da comunidade rural, preparando uma nova geração de profissionais capazes de enfrentar os desafios do campo com conhecimento, habilidade e dedicação.
Para a diretora, atualmente a maioria das propriedades está consolidada, o que levou a coordenação, equipe de ensino e gestores a repensarem o foco do curso para se adaptar à nova realidade local. Ela reforça que o estudante tem um valioso conhecimento prático em sua própria propriedade, e o papel da escola é aprimorar seus conhecimentos teóricos e especialmente fornecer ferramentas para o gerenciamento eficiente dessas propriedades.
A prática permite que o conhecimento adquirido em sala de aula seja aplicado na propriedade e também ajuda a resolver um problema crucial que é a escassez de mão de obra no interior.
Fonte: Portal Peperi
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