O 12º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar com sede em São Miguel do Oeste está trabalhando nos detalhes para a realização de mais uma edição do projeto Golfinho na região Extremo Oeste catarinense. A informação é do Comandante do órgão, Jorge Cameu. De acordo com ele, no litoral o projeto já está em andamento, porém a região trabalha de forma diferente, atuando de maneira mais intensa no final de cada ano e não no início como ocorre no litoral do Estado.
O trabalho voltado ao projeto Golfinho no Extremo Oeste é realizado por meio de parcerias com as escolas, as quais recebem as aulas ministradas pelos profissionais do décimo segundo batalhão do Corpo de Bombeiros, com sede em São Miguel do Oeste. A afirmação é do Comandante, Jorge Cameu. Conforme ele, o objetivo é preparar as pessoas para esse período de férias do começo do ano. Segundo ele, nesse projeto as pessoas recebem orientações que servem para quem vai para os rios da região e também para quem frequentar as praias do litoral.
O projeto Golfinho do Corpo de Bombeiros existe há mais de 20 anos em Santa Catarina e há dois anos foi implantado em São Miguel do Oeste. O comentário é do comandante do décimo segundo batalhão do Corpo de Bombeiros, com sede em São Miguel do Oeste, Jorge Cameu. Ele disse que o modelo foi adaptado e vem sendo trabalhado e sofrendo ajustes desde então. Ele destacou que em 2019 cerca de 200 crianças foram atendidas pelo batalhão e neste ano a expectativa é que mil crianças sejam formadas no programa Golfinho do Corpo de Bombeiros.
O projeto Golfinho é trabalhado na região entre os meses de setembro a novembro e são dois dias de curso. Já no litoral, o trabalho ocorre nos primeiros meses do ano e são quatro dias consecutivos. Jorge Cameu revelou que o batalhão de São Miguel do Oeste está ajustando ainda o formato para essa edição e o trabalho burocrático deve ser concluído até o final desse primeiro semestre. O comandante disse que o trabalho de prevenção é de extrema importância na região, visto que os casos de afogamento ocorrem com maior frequência justamente nas áreas de água doce.
Fonte: Portal Peperi
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