Santa Catarina já registrou mais casos de maus-tratos contra animais em sete meses de 2025 do que em todo o ano de 2024, segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), que reúnem denúncias de todas as forças de segurança do Estado. Já são 5.501 ocorrências de janeiro a julho de 2025, contra 5.463 casos relatados no ano passado. O crime de maus tratos pode chegar até cinco anos de prisão.
Para se ter uma ideia, segundo um levantamento da Polícia Civil, Florianópolis lidera o ranking de ocorrências de maus-tratos neste ano, com 913 casos. Em seguida, outras duas cidades da Grande Florianópolis: São José (574) e Palhoça (490). Blumenau, no Vale do Itajaí, aparece em quarto lugar (196), enquanto Joinville fecha o ranking com (173).
Crime de maus-tratos
Segundo a Polícia Civil, é considerado crime de maus-tratos a prática de qualquer ato que cause dor ou sofrimento a animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, incluindo:
- Ferir, mutilar, envenenar ou fazer rinha
- Zoofilia
- Abandono de animais
- Não dar comida ou água diariamente
- Manter em locais pequenos sem higiene e/ou circulação ou manter o animal desprotegido de condições climáticas
- Causar sofrimento através de métodos de punição com intuito de treinar ou exibir o animal
Negar assistência veterinária
A pena para esse tipo de crime contra gatos ou cães é de 2 a 5 anos de reclusão, enquanto contra outros animais pode chegar a 1 anos. Além disso, o autor da agressão também precisa pagar uma multa e é proibido de ter a guarda do animal.
— Nós precisamos muito da sociedade. A segurança pública é dever do estado mas ela é direito e responsabilidade de todos, então precisamos de uma consciência social para que haja denúncia via 181 ou através do WhatsApp — disse o delegado da Polícia Civil, Diego Medeiros.
Conscientização ajuda a solucionar casos, diz especialista
Em Blumenau, um sítio se tornou lar de animais resgatados depois de serem abandonados ou maltratados. Desde 2015, mais de mil animais já passaram pelo Sítio da Dona Lúcia, recebendo nomes e sendo tratados como parte da família, segundo a funcionária Cristiane Galk, e conseguiram uma nova casa.
— A maioria [dos casos] é de abandono, de maus-tratos, já tiramos animais de agressões humanas, que apanhavam, e precisamos da Polícia para intervir — explicou Cristiane.
No local, são quase 400 kg de ração consumidos por dia, onde o trabalho depende da ajuda de doações e do trabalho de voluntários.
Fonte: Portal Peperi
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