A Vigilância Sanitária de Iporã do Oeste está trabalhando na regularização do sistema de esgoto e fossas, que exige que cada residência tenha um sistema individual implantado.
A iniciativa é uma resposta a um crescente esforço para garantir que o município atenda à Lei do Marco Legal do Saneamento, que prevê que até 2033, 90% do esgoto seja tratado tanto na área urbana quanto rural.
De acordo com o agente fiscal sanitário da Vigilância Sanitária, Antônio Jaguesesky, o município está em uma fase de transição e ajustes. Ele destaca que a vigilância está acompanhando o processo, que envolve a CASAN e a regularização dos sistemas de esgoto, tanto urbanos quanto rurais.
Jaguesesky cita que a CASAN, empresa responsável pela implementação do projeto, anunciou que está em fase final de mapeamento da cidade para identificar as fossas irregulares.
A partir deste mapeamento, a empresa realizará uma limpeza inicial gratuita para os sistemas de esgoto irregulares. No entanto, Jaguesesky destacou que essa limpeza será realizada uma única vez, e as fossas que permanecerem irregulares terão a fiscalização da Vigilância Sanitária. O objetivo é de que todos tenham um sistema adequado para que a CASAN possa proceder com o tratamento e a destinação correta do esgoto.
Quanto à questão dos custos, o fiscal sanitário de Iporã do Oeste explicou que, neste primeiro ano de implementação, não haverá cobrança para os munícipes. A CASAN será responsável pelos custos, e a Agência Reguladora definirá os parâmetros de cobrança no futuro.
Antônio Jaguesesky salienta que o processo de regularização não se limitará à área urbana. A medida também se estende ao interior do município, conforme a legislação federal.
O Fiscal sanitário de Iporã do Oeste salienta que além disso, o município tem intensificado campanhas educativas e ações de conscientização sobre o impacto ambiental e a importância da regularização do esgoto, com o objetivo de minimizar danos ao solo e ao lençol freático.
Fonte: Portal Peperi
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