Vírus e bactérias que transmitem doenças nas plantações de milho estão com maior intensidade na cigarrinha do milho na região. A média populacional da cigarrinha-do-milho em Oeste de Santa Catarina recuou em comparação com o último levantamento realizado pelo programa Monitora Milho SC. O problema está na constatação do aumento de insetos contaminados, que gera maior risco para as lavouras.
De acordo com o Agrônomo da Epagri de Itapiranga Adriano Kraemer, alguns fatores influenciaram nesta situação. Ele cita a redução de geadas neste ano, que favoreceu o desenvolvimento das cigarrinhas e a falta de manejo correto integrado do milho voluntário, que fica na lavoura após a safra e não é eliminado. “Os produtores precisaram se adaptar e conviver com a praga da cigarrinha” afirma.
Kraemer alerta para cuidados que iniciam com escolha das sementes e monitoramento no início do desenvolvimento da lavoura. O Extensionista reforça que todos os produtores precisam fazer sua parte no controle integrado, caso contrário a cigarrinha se alastra novamente.
O enfezamento foi constado em armadilhas mantidas pelo Monitora Milho SC em Tunápolis e São Miguel do Oeste. Nestes locais os técnicos fazem semanalmente a coleta e enviam para o laboratório para contagem e testes da presença de vírus e bactérias que causam doenças no milho. Nesta semana a coleta detectou presença de patógenos nas cigarrinhas.
Segundo Adriano Kraemer, a recomendação é que os produtores realizem o monitoramento das lavouras desde a emergência das plantas, eliminem o milho tiguera e adotem o manejo preventivo.
“Se elas estiverem presentes, faz um tratamento químico ou um biológico, ou vai alternando os dois. Porque é exatamente nesse início do estágio, até a planta de milho ter oito, dez folhas, é o estágio mais crítico. E se a cigarrinha atacar com intensidade nesse estágio, as perdas são muito grandes. Então o controle precisa ser feito já desde o início” conclui.
Colisão entre carros deixa três feridos na SC-163 em São João do Oeste
Saída de pista deixa dois feridos no interior de Itapiranga
Dia de Finados reúne famílias no Jardim dos Ipês em São Miguel do Oeste
Temporal atinge casas, granjas e propriedades rurais em Santa Helena
Corpo de Bombeiros de Itapiranga conclui formação de turmas do Bombeiro Mirim
Temporal arranca telhado de salão comunitário no bairro São Luiz e prejuízo passa de R$ 30 mil
Morador relata estragos causados por tempestade que arrancou galpão no interior de Belmonte
Imagens mostram estragos causados por temporal em Paraíso
Temporal danifica estrutura de creche no bairro São Luiz em São Miguel do Oeste
Regional de Educação de Itapiranga aguarda avalição estadual para definir capacitações
Prefeitura alerta para falta de água no interior de Itapiranga
Três vacas morrem eletrocutadas durante temporal em Iporã do Oeste