Após o rumor de que Elize Matsunaga se tornou motorista de aplicativo no interior de São Paulo tomar conta da web, os aplicativos Uber e 99 negaram que a mulher esteja cadastrada nas plataformas. Ela foi condenada por matar e esquartejar o marido, presidente da Yoki, Marcos Matsunaga, e deixou a prisão há cerca de um ano.
De acordo com o site UOL, a Uber e o 99 negaram que Elize esteja cadastrada em suas plataformas com atuação na cidade de Franca. “Não há nenhuma conta de motorista parceiro cadastrada na base de dados da Uber com os dados fornecidos”, disse a Uber ao UOL. Por telefone, a 99 também disse que ela não integra as opções de motoristas.
Se espalhou pelas redes sociais e veículos de notícias, na quinta-feira (23), que Elize Matsunaga teria se tornado motorista de aplicativo. A notícia foi dada pelo jornalista e escritor Ullisses Campbell, autor da biografia ‘Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido’, através de uma publicação no Instagram “Mulheres Assassinas”.
Ele divulgou prints da tela de um aplicativo de corridas com foto de Elize. Embora os aplicativos em que prestaria serviço não tenham sido divulgados, Campbell disse que sua avaliação como condutora é de 4.80 e que passageiros dizem que ela é “gente boa e agradável”. Ainda conforme o jornalista, ela usa máscara, óculos e o nome de solteira, Elize Araújo Giacomini, para trabalhar em um Honda Fit.
A terceira empresa que supostamente abrigaria os dados da condenada, seria a Maxim, companhia de menor porte com sede administrativa no Acre. Ela não se pronunciou, bem como o advogado de Matsunaga.
Fonte: Portal Peperi
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