María Branyas é americana, mas mora em um asilo na Espanha, e aos 113 anos acaba de se tornar a pessoa mais velha do mundo a se curar do novo coronavírus. Essa longeva senhora faz sucesso na casa de repouso onde vive há duas décadas, um símbolo de perseverança e luta pela vida para um país que registra mais de 26 mil mortes decorrentes da doença.
Na contramão, ela acrescenta mais um capítulo à biografia, que assistiu a duas guerras mundiais e viveu na pele a tristeza da gripe espanhola, a primeira pandemia a assolar o planeta, no início do século passado. Com sabedoria, ela traz na ponta da língua a receita para tanta vitalidade: alegria. "Digo para cada um que cuide da sua vida", garante.
Os testes positivos para a Covid-19 foram realizados após uma febre associada a infecção urinária. Como faz parte do grupo de risco, María foi submetida aos exames que constataram a doença. A rotina de isolamento se intensificou nos últimos meses, mas agora é hora de celebrar mais essa vitória.
Todos em Olot, cidade onde fica a casa de repouso, conhecem a história da filha ilustre que criou filhos, netos e bisnetos e hoje dá um basta no temor provocado pelo vírus. Por novas Marías ao redor do mundo.
Fonte: Portal Peperi
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