São João do Oeste vem debatendo o assunto há vários meses em busca de ajustes no serviço oferecido a população.
O Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos busca maior eficiência na destinação correta de vários materiais. Segundo o Engenheiro Sanitarista e Ambiental, William Arenhardt, a discussão iniciou em março com uma comissão formada para debater o tema. Salienta que se trata de uma exigência legal da Política Nacional de Resíduos e também é determinante para futuras solicitações de recursos.
Os municípios precisam ter o Plano para receberem investimentos do governo federal. O trabalho ocorre em parceria com o Conder, na contratação de empresa para elaborar diagnóstico sobre a situação e identificar gargalos sobre resíduos.
William Arenhardt diz que São João do Oeste possui um bom trabalho na coleta seletiva de lixo orgânico e reciclado, porém, precisa evoluir para maior atenção nos dias destinados para cada tipo de lixo. O engenheiro sanitarista também elogia a limpeza das calçadas, pois não existe equipe específica para fazer este serviços, os próprios moradores e comerciantes cuidam com eficiência dos passeios públicos.
O principal problema identificado até o momento é da falta de um local específico como ponto de entrega voluntária de materiais. William Arenhardt salienta que no Viveiro Municipal, existe espaço destinado depósito de lixo eletrônico. O problema está em local para lâmpadas e outros materiais inservíveis que as pessoas possuem dificuldade para dar o destino correto.
O engenheiro sanitarista e ambiental de São João do Oeste projeta uma solução até março ou abril de 2022. Segundo William Arenhardt, é preciso oferecer este serviço de maneira eficiente. Ele comenta a importância de parcerias com outros municípios para ações com resíduos sólidos.
A população terá oportunidade para participar das decisões em Audiência Pública no dia primeiro de dezembro, às 14 horas no auditório da prefeitura. Arenhardt alerta que o Plano de Resíduos Sólidos vai se tornar lei que precisa ser seguida. Ele aponta necessidade de cuidados com o diagnóstico e prognóstico.
Também serão adotadas novas tarifas de cobrança da população. A tendência é aumentar a reutilização dos resíduos sólidos para evitar cobrança na recolha.
Fonte: Portal Peperi
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