A volta da tributação sobre os combustíveis vai aumentar ao menos R$ 0,91 no preço do litro da gasolina em Santa Catarina, segundo cálculos da Secretaria de Estado da Fazenda. O valor deve saltar de R$ 5,25 para R$ 6,16.
A desoneração dos tributos federais valia até 31 de dezembro de 2022. Em 1º de janeiro deste ano, porém, entrou em vigor a MP 1157, também editada pelo governo federal, que prorrogou a desoneração até esta terça-feira (28).
A decisão de voltar com os impostos foi comunicada após uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o ministro da Economia, Fernando Haddad, neste segunda-feira (27). A projeção é que a pasta consiga arrecadar R$ 28 bilhões até o final do ano.
O litro do etanol também deve aumentar no Estado, passando de R$ 4,61 para R$ 5,02 em Santa Catarina. Nada muda para o diesel. A mesma MP 1157 garante a desoneração do óleo diesel, biodiesel e gás natural, pelo menos, até 31 de dezembro de 2023.
A decisão é do governo federal e não depende dos Estados nem do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária). A alíquota de ICMS dos combustíveis segue inalterada em Santa Catarina desde julho de 2022, quando foi reduzida de 25% para 17% em cumprimento à Lei Complementar 194.
A previsão é de um retorno gradual para a cobrança do PIS e Cofins até atingir o valor citado, de R$ 28 bilhões. A partir de março, a equipe econômica pretende começar os reajustes, mas ainda não há informações sobre como essa retomada será feita. Postos de combustíveis de vários Estados já começaram a mudar os preços.
O objetivo é atender a demanda do Ministério da Fazenda, que afirma precisar do aumento na arrecadação. Desde janeiro, a possibilidade do PIS e Cofins dos combustíveis retornar já estava prevista, quando o ministro apresentou o pacote de mudanças.
Os Estados ainda tentam a volta da cobrança do ICMS, que foi limitada a 17% ou 18% por meio de uma lei aprovada no Congresso e sancionada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL), no ano passado.
Os governos estaduais afirmam que, desta forma, deixaram de arrecadar R$ 38 bilhões por ano. A lei alterou o sistema de cobrança do tributo. O teto para o ICMS, além de combustíveis, vale também para energia elétrica, transporte coletivo e comunicações, que passaram a ser considerados produtos “essenciais” pelo texto constitucional.
Fonte: Portal Peperi
Grêmio sai na frente, mas Bragantino busca empate na Arena
Saer transfere idoso de São João do Oeste para Hospital de Xanxerê em 25 minutos
Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo
Prefeitura de SMO discute com DNIT melhorias no trevo da BR-282 com a SC-163
Réu pela morte de Catarina Kasten depõe em audiência e responde apenas à defesa
Patrimônio de Vorcaro cresceu R$ 1,2 bilhão em um ano, revelam declarações ao IR
Após problemas em Itapiranga, Corpo de Bombeiros lança aplicativo para acionar 193
ADEFISMO realiza assembleia para eleger nova diretoria em São Miguel do Oeste
Começa nesta quinta-feira o Liquida Inverno Iporã