O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou o bloqueio da rede social Rumble no Brasil. A decisão foi publicada na tarde desta sexta-feira, 21, após a rede social cometer “reiterados, conscientes e voluntários descumprimentos das ordens judiciais”, segundo o documento. As informações são do g1.
“Determino a suspensão meditada, completa e integral, do funcionamento do ‘Rumble INC.’ em território nacional, até que todas as ordens judiciais proferidas nos presentes autos – inclusive com o pagamento das multas – sejam cumpridas e seja indicado, em juízo, a pessoa física ou jurídica representante em território nacional”, diz parte da decisão do ministro do STF.
Ainda nesta quarta-feira (20), Alexandre de Moraes tinha determinado 48 horas para a rede social Rumble indicar um representante legal no Brasil. Caso contrário, a empresa poderia ser banida do país. A determinação é semelhante a dada ao X (ex-Twitter), que suspendeu a rede social por 39 dias.
A plataforma de vídeos apresentou à Justiça dos Estados Unidos uma ação contra o ministro Alexandre de Moraes. O processo foi aberto em conjunto com o grupo de comunicação Trump Media & Technology Group, do presidente dos EUA, Donald Trump.
As empresas acusam o ministro do STF de censura e pedem que ordens do juiz brasileiro para derrubada de contas de usuários do Rumble não tenham efeito legal nos EUA.
Moraes desativa conta do X
O ministro Alexandre de Moraes teve a conta do X desativada na manhã desta sexta-feira (21). Ao entrar no perfil, é possível ver uma mensagem que diz que ela não existe. O perfil foi criado em agosto de 2017 e não vinha recebendo atualizações frequentes. No entanto, ele permanecia no ar até o início da semana.
Nesta sexta, porém, a página exibe o seguinte aviso ao ser acessada: “Essa conta não existe. Tente buscar outro(a)”. Normalmente, a mensagem aparece quando o próprio usuário opta por deletar a conta. Isto porque o X possui mensagens específicas para contas que foram banidas ou retidas por decisão judicial.
Tanto o ministro quanto a rede social foram procurados para saber mais detalhes do caso, mas não houve retorno até a publicação.
Fonte: Portal Peperi
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