O espaço recebe pacientes de municípios do Oeste de Santa Catarina e possui fila de espera por vaga. A Associação Hospitalar de Tunápolis é referência no tratamento psiquiátrico. São 30 leitos, sendo 28 destinado para atendimento por meio do Sistema Único de Saúde e 02 disponíveis para convênios e particular.
O Presidente da Associação Hospitalar de Tunápolis, Luis Soehte, destaca que a saúde mental registra crescimento na busca por atendimento e a unidade registra 100% de lotação em todos os dias da semana. São pacientes de uma área de abrangência de 72 municípios do Oeste de Santa Catarina.
Sistema estadual de regularização de vagas estabelece critérios para internação em ala psiquiatria. O Presidente da Associação Hospitalar de Tunápolis, Luis Soehte, afirma que não é possível priorizar pacientes do município ou cidades vizinhas e todos devem seguir uma lista estadual. Também existe a possibilidade de pessoas que residem em Tunápolis ou municípios vizinhos, serem levadas para outros hospitais que prestam este atendimento especializado.
De acordo com Luis Soehte, a estrutura atual da Unidade de Saúde Mental está em sua capacidade máxima. Ele destaca que a ampliação do espaço físico não é suficiente para ampliar o número de vagas, pois necessitam de um planejamento criterioso com equipe profissional e investimentos em especialidades.
Profissionais da Unidade de Saúde Mental necessitam de uma dedicação especial. Segundo o Presidente da Associação Hospitalar de Tunápolis, Luis Soehte, é preciso ter uma entrega diferenciada com empatia para entender a situação delicada do paciente. Ele menciona a presença de médicos especializados em psiquiatria, clinico geral, psicólogo, enfermeiras, nutricionista e uma equipe de apoio para atendimento especializado.
Soehte avalia que o atendimento humanizado é destaque neste setor. Ele cita que muitas vezes são pacientes emocionalmente instáveis, com acompanhamento significativo dos profissionais. Para ampliação no atendimento, Luis Soehte menciona a necessidade de avaliação na demanda física e a demanda de pacientes.
No momento a direção busca adequar o espaço e otimizar o local. Conforme o Presidente, existe uma grande procura por vaga, porém o custo é elevado e nem sempre o SUS dá o suporte necessário.
Fonte: Portal Peperi
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