Conforme o Médico veterinário e Coordenador regional do Serviço de Inspeção Estadual pela CIDASC, Alexandre Schwemberger, o programa é uma iniciativa pública de estímulo ao trabalho de melhoramento do rebanho bovino catarinense, instituído em 28 de julho de 1993.
Ele destaca que o objetivo é viabilizar a atividade pecuária através do aumento da produtividade, diminuir o déficit de carne bovina no Estado, aumentar o emprego no meio rural, gerar renda ao produtor rural por meio de incentivo financeiro que pode chegar a 3,5% sobre o valor pago pelo Kg de carcaça do animal abatido e melhorar a qualidade da carne ofertada através da redução da idade de abate, da tipificação das carcaças e do controle sanitário.
Alexandre Schwemberger salienta que os produtores rurais de novilhos e abatedouros frigoríficos do Estado de Santa Catarina, podem fazer parte do programa, desde que cumpram os requisitos estabelecidos.
A produção do novilho precoce além de ser uma forma de melhorar a rentabilidade do produtor rural ou do estabelecimento, também traz grandes vantagens para a cadeia produtiva e para a economia do país, porque aumenta a qualidade do produto final e facilita a entrada da carne brasileira no mercado externo.
O novilho precoce é abatido com idade máxima de até 30 meses e com isso, melhora a qualidade da carne, aumenta a produtividade da empresa e do produtor rural, aumenta a capacidade do empreendimento e o giro de capital, além de autorizar a inclusão no programa estadual de incentivo fiscal ao novilho precoce e um consequente aumento na remuneração do produto.
O Médico veterinário e Coordenador regional do Serviço de Inspeção Estadual pela CIDASC, Alexandre Schwemberger salienta que a Cidasc é o órgão competente do Estado que realiza o credenciamento dos produtores rurais e dos estabelecimentos de abate.
Somente no município de São Miguel do Oeste, quatro estabelecimentos de abate estão credenciados ao programa Novilho Precoce, além de um grande número de produtores rurais.
Alexandre destaca que as inspeções nos locais de abate ocorrem de forma permanente, com a presença de um fiscal que realiza toda a inspeção no momento do abate do animal. Já nos demais estabelecimentos as inspeções são realizadas de forma periódica, de acordo com o cronograma de visitas da Cidasc.
Fonte: Portal Peperi
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