A Polícia Civil de São Miguel do Oeste concluiu nesta segunda-feira, 8, a investigação sobre a morte de uma pata que vivia em uma praça no Bairro Agostini. O caso ganhou repercussão após relatos nas redes sociais sugerirem que crianças e adolescentes teriam praticado maus-tratos contra o animal.
Segundo a Polícia Civil, após análise de câmeras de segurança e entrevistas com pessoas que frequentam a praça, não foram encontrados indícios de ação humana na morte da ave. A Secretaria de Urbanismo do município, que registrou o boletim de ocorrência, também descartou sinais de agressão, sangue ou violência no local.
As imagens foram ainda analisadas por dois biólogos, que apontaram que o comportamento do animal indica uma possível alteração motora súbita, provavelmente causada por algum ataque aquático. Eles levantaram a hipótese de predadores como peixes carnívoros ou o tigre-d’água, mas descartaram a presença de animais maiores, como jacarés ou serpentes.
De acordo com a Polícia Civil, a divulgação precipitada de informações falsas causou transtornos à comunidade e expôs injustamente pessoas nas redes sociais. A corporação alertou que espalhar boatos ou comunicar falsamente um crime pode resultar em responsabilização penal. A orientação é sempre buscar fontes oficiais e evitar compartilhar conteúdos sem verificação.
Fonte: Portal Peperi
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