O Peperi Debates deste sábado, 2, discutiu os impactos das novas tecnologias no ambiente educacional. O programa reuniu o secretário municipal de Educação, Vamilson D’Espíndola; a representante da Coordenadoria Regional de Educação, Dilse Garlet Brancher; a professora e coordenadora do curso de Ciência da Computação da Unoesc São Miguel, Francieli Petry; e a supervisora de Educação do Sesi, Cíntia Vier. As fotos e o áudio da edição estão disponíveis no portal da Peperi.
Durante o debate, os participantes refletiram sobre como as ferramentas digitais alteram a dinâmica do ensino e da aprendizagem, destacando tanto os desafios quanto as oportunidades trazidas por essas inovações.
Para o secretário Vamilson D’Espíndola, a questão central está na forma como as tecnologias são utilizadas. Segundo ele, o foco deve ser a inclusão e a qualificação do processo educativo. O município, conforme destacou, tem investido na formação de professores, na aquisição de equipamentos e na oferta de programas que estimulem o interesse dos estudantes. Ele também mencionou a presença da robótica em duas escolas da rede municipal, incluindo uma localizada no interior. "O uso das tecnologias é inevitável e seus impactos são positivos", afirmou.
Já Dilse Garlet, que atua no Núcleo de Formação de Professores da Coordenadoria Regional de Educação, apontou que muitos docentes ainda enfrentam dificuldades e resistências em lidar com os recursos digitais. Para ela, ferramentas como a inteligência artificial são valiosas, mas é essencial que o professor tenha domínio do conteúdo para orientar os alunos. "O protagonismo continua sendo do professor", afirmou.
A professora Francieli Petry defendeu que proibir o uso das tecnologias não é o caminho. Segundo ela, é necessário capacitar tanto educadores quanto estudantes para o uso consciente e produtivo das ferramentas digitais. "Esses recursos ajudam a identificar lacunas no processo de aprendizagem e contribuem para uma educação de maior qualidade", disse. Francieli também destacou a importância da mediação pedagógica e da educação multimodal, que inclui o uso de filmes, recursos interativos e gamificação.
Encerrando o debate, a supervisora de Educação do Sesi, Cíntia Vier, afirmou que as tecnologias digitais vieram para ficar e que a escola deve estimular competências socioemocionais junto ao uso responsável dessas ferramentas. Ela destacou a robótica como instrumento para o desenvolvimento intelectual e reforçou o potencial da inteligência artificial na criação de aulas mais atrativas e inovadoras. Apesar da resistência de parte do corpo docente, Cíntia acredita que não há mais como pensar a educação sem integrar esses recursos ao cotidiano escolar.
Fonte: Portal Peperi
Saer transfere idoso de São João do Oeste para Hospital de Xanxerê em 25 minutos
Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo
Prefeitura de SMO discute com DNIT melhorias no trevo da BR-282 com a SC-163
Réu pela morte de Catarina Kasten depõe em audiência e responde apenas à defesa
Patrimônio de Vorcaro cresceu R$ 1,2 bilhão em um ano, revelam declarações ao IR
Após problemas em Itapiranga, Corpo de Bombeiros lança aplicativo para acionar 193
ADEFISMO realiza assembleia para eleger nova diretoria em São Miguel do Oeste
Começa nesta quinta-feira o Liquida Inverno Iporã
Homem que foi encontrado morto dentro de carro, é identificado