Novo protocolo de consultas deve reduzir período de espera de pacientes, diz médica

Por Ricardo do Nascimento, Itapiranga

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Novo protocolo de consultas deve reduzir período de espera de pacientes, diz médica
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Os municípios começam a realizar campanhas de conscientização sobre o novo protocolo de consultas médicas. Os agendamentos visam organizar o trabalho e prestar atendimento de melhor qualidade. A nova recomendação do Ministério da Saúde visa padronizar trabalhos na atenção básica. O objetivo é organizar o atendimento nas unidades municipais e proporcionar mais qualidade aos serviços prestados.

Segundo a médica da unidade de saúde de São João do Oeste, Gabriele Tonello, a classificação é fácil de entender e precisa ser respeitada. A consulta de rotina em situação que a pessoa deseja saber sobre o estado de saúde geral, solicitação de exames e atualização de receitas necessitam de agendamento.

Os casos de sintomas gripas, febre, diarreia e vomito, as pessoas podem procurar as unidades de saúde sem agendamento prévio. A médica explica que nestes casos a pessoas passam por avaliação prévia. De acordo com a médica, Gabriele Tonello, as pessoas questionam se é preciso “agendar para ficar doente”, porém os casos mais urgentes possuem atendimento sem agendamento. “A programação de consultas é fundamental para melhorar o atendimento” diz.

Gabriele Tonello explica que as receitas de medicações contínuas, como pressão alta, diabetes e colesterol, serão renovadas em consultas a cada seis meses. Já os casos de receitas controladas, nos casos de ansiedade e depressão, necessitam de uma triagem com antecedência. “Programar a consulta com antecedência gera vantagens para a equipe profissional e para o paciente”.

A médica cita que entre as vantagens deste atendimento agendado, os pacientes podem definir os médicos para o atendimento e especialmente, não haverá período de espera, pois serão atendidos conforme horário marcado.

A divulgação do novo protocolo é importante e ocorre de diversas formas, incluindo o trabalho das agentes comunitárias de saúde. Ela reforça que este procedimento vai proporcionar um atendimento mais humano, organizado e integral.

Esta é uma demanda do Ministério da Saúde, que precisa ser cumprida, pois impacta na qualidade dos atendimentos e nos recursos financeiros repassados ao município. Neste contexto a contribuição das pessoas é fundamental.

Fonte: Portal Peperi

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