A chamada BA.3.2, uma nova variante do SARS-CoV-2, vírus causador da Covid-19, vem crescendo no mundo em número de identificações e já chegou a 23 países, incluindo os Estados Unidos, segundo uma análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) do país americano. No Brasil, ainda não há registro da variante, que possui um maior escape imune dos anticorpos do que outras cepas. Com informações de O Globo.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não foram identificadas evidências, até o momento, de que a nova variante tenha mais potencial em provocar casos graves ou que seja combativa aos imunizantes atuais disponíveis.
Em quais países a nova variante da Covid-19 foi registrada?
Os registros da nova variante já aumentaram entre novembro de 2025 e janeiro de 2026 em países como Dinamarca, Alemanha e Holanda. Nos Estados Unidos, a cepa foi detectada em viajantes do Japão, Quênia, Holanda e Reino Unido, além de amostras de esgoto de aeronaves, em amostras de cinco pacientes, e em 132 amostras de esgoto de 25 estados. Dois dos pacientes estão internados.
Quantas mutações têm a nova variante?
A nova variante possui de 70 a 75 mutações na proteína Spike, que se liga e infecta as células humanas, em relação às duas cepas com mais prevalência no mundo atualmente: a JN.1, alvo dos imunizantes atuais, e a LP.8.1.
A última avaliação de risco da OMS afirma que a nova variante apresenta um “escape substancial de anticorpos em comparação com variantes anteriores”. De acordo com a organização, a cepa ainda não possui uma vantagem de crescimento em relação às outras variantes.
A nova variante causa Covid-19 mais grave?
A OMS também afirmou que “não há estudos clínicos ou epidemiológicos publicados indicando que BA.3.2 esteja associada a maior gravidade da doença em comparação com outros descendentes (da Ômicron) em circulação”. Dessa forma, não há sinais, ainda, “de aumento de hospitalizações, admissões em UTI ou mortes atribuíveis à BA.3.2 nos locais onde ela foi detectada”.
A nova variante também parece representar riscos adicionais à saúde pública, segundo a organização, “além daqueles associados às outras linhagens descendentes da Ômicron atualmente em circulação, embora seu perfil acentuado de escape imune justifique monitoramento virológico e epidemiológico contínuo”.
Assim, a orientação continua sendo a vacinação como melhor forma de prevenção.
Fonte: NSC Total
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