Jason Miller, conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não desistirá até que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja libertado. A declaração foi publicada no X, neste domingo (10), em resposta a um seguidor.
“Para ser claro, eu não vou parar, eu não vou desistir, eu nunca vou desistir até que o presidente Jair Bolsonaro esteja livre”, disse Miller.
A publicação foi uma resposta a um seguidor que disse: “É mais importante o impeachment de [Alexandre de] Moraes do que libertar Bolsonaro.”
A declaração segue a posição tomada pelo governo norte-americano. Ao anunciar o tarifaço de 50%, Trump disse que “a forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, […] é uma vergonha internacional.”
Trump ainda disse: “Em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos […], a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre todas e quaisquer exportações brasileiras enviadas para os Estados Unidos, separada de todas as tarifas setoriais existentes.” Mercadorias transbordadas para tentar evitar essa tarifa de 50% estarão sujeitas a essa tarifa mais alta.”
Prisão domiciliar de Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro completa, neste domingo (10) de Dia dos Pais, o sétimo dia em prisão domiciliar. O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que oito familiares participem das comemorações da data na casa do ex-presidente.
O sogro de Bolsonaro, Vicente de Paulo Reinaldo; a sogra, Maisa Torres Antunes; a nora, Fernanda Antunes; uma neta do ex-presidente, além de dois sobrinhos e um irmão de criação da ex-primeira dama Michele Bolsonaro estão na lista dos familiares autorizados a visitá-lo no domingo de Dia dos Pais.
A primeira semana de prisão domiciliar, decretada na última segunda-feira (4), foi marcada por buzinaço, carreatas e diversas visitas de parentes e aliados.
Bolsonaro está proibido de acessar as redes sociais, o que, inclusive, teria motivado a prisão domiciliar. Moraes entendeu que Bolsonaro usou as redes sociais de seus filhos para burlar a proibição estabelecida anteriormente.
Fonte: Portal Peperi
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