Os brasileiros já pagaram no primeiro semestre de 2023 mais de R$ 1,5 trilhões em impostos. Os dados foram coletados pela reportagem da Peperi na última semana e como sofrem alterações a todo o momento, o valor total já é maior neste momento.
Já em relação aos impostos pagos pelos catarinenses apenas nos primeiros seis meses, o montante é de R$ 65 bilhões, R$ 24 bilhões a mais que o apurado há três meses. Ao todo, a arrecadação catarinense corresponde a 3, 91% da arrecadação total do país.
A reportagem da Peperi também pesquisou o valor já arrecadado em impostos nos municípios pertencentes a Ameosc e a soma já ultrapassou os R$ 55,5 milhões, sendo R$ 23 milhões a mais que o registrado no final de abril. Ao todo, até a última quinta-feira, 06, já haviam sido pagos em impostos R$ 55,597 milhões.
Quando analisados os 19 municípios da região, por possuir uma população maior, consequentemente a arrecadação de impostos federais, estaduais e municipais também é maior em São Miguel do Oeste. Ao todo, já haviam sido arrecadados até a última quinta-feira, 06, R$ 13,837 milhões, sendo R$ 5,1 milhões a mais que o registrado no final de abril.
Em seguida aparece Itapiranga com R$ 5,640 milhões, e Dionísio Cerqueira com R$ 3,963 milhões em impostos arrecadados. Já em outros 12 municípios da região foram arrecadados entre R$ 1 a R$ 3 milhões.
Por outro lado, os municípios que menos arrecadaram impostos foram Belmonte com R$ 592 mil, Santa Helena com R$ 639 mil, Bandeirante com R$ 707 mil e Barra Bonita com R$ 893 mil arrecadados em impostos federais, estaduais e municipais.
Os números divulgados mudam a todo instante e sofrem alterações em tempo real, sendo atualizados a cada imposto pago pelos brasileiros, e dessa forma, os valores já estão superiores aos citados.
Qualquer pessoa pode conferir os dados que estão disponíveis na internet, no endereço eletrônico, www.impostometro.com.br.
Outro dado apurado é que o ICMS, Imposto de Renda e a Previdência são os que mais arrecadam do consumidor.
Outra informação é que o número de dias trabalhados por ano apenas para o pagamento de imposto caiu na comparação com o ano passado. Em 2022 eram precisos 149 de trabalho para o pagamento dos impostos no Brasil, já neste ano, o número é de 147 dias, ou seja, dois dias a menos.
O índice é o menor desde a contagem iniciada em 2010. Já o maior número de dias trabalhados para o pagamento de impostos ocorreu entre 2016 a 219 quando na época era preciso 153 dias de trabalho.
A nossa reportagem também pesquisou em relação à quantidade de impostos sonegados no primeiro semestre deste ano no Brasil e a soma já se aproxima dos R$ 320 bilhões, R$ 126 bilhões a mais que o registrado no final de abril.
Os números também sofrem alterações a todo instante e as informações podem ser conferidas pela internet, no endereço eletrônico www.quantocustaobrasil.com.br. Neste site também é possível verificar a quantidade de carga tributária presente em cada item comprado pelos consumidores do Brasil.
O Impostômetro não informa a quantia de imposto sonegado nos municípios da região, apenas os dados nacionais.
Fonte: Portal Peperi
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