O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é, até o momento, o candidato no país que mais recebeu dinheiro do fundo eleitoral para o pleito de 2022. Desde que o recurso começou a ser repassado aos partidos, neste mês, o PT já repassou R$ 66,7 milhões desse recurso para a campanha do ex-presidente ao Planalto.
Entre os postulantes a cargos majoritários (presidente, governador e senador), o segundo colocado é Alexandre Kalil (PSD), candidato ao governo de Minas Gerais, que recebeu até o momento R$ 16 milhões.
O presidente Jair Bolsonaro (PL), maior concorrente do petista nas intenções de voto, arrecadou até agora R$ 5 milhões. Quem mais recebeu até o momento? O levantamento é parcial porque os partidos receberam, até o momento, apenas 15% dos quase R$ 5 bilhões do fundo eleitoral que vão irrigar as candidaturas até o final do segundo turno.
Somando as arrecadações com fundo eleitoral e partidário, as 10 candidaturas majoritárias que mais receberam recursos até o momento foram as seguintes. (IMAGEM AO LADO)
Qual o valor total do fundo eleitoral?
Após um aumento votado pelo Congresso no ano passado, o FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha) terá o valor inédito de R$ 4,97 bilhões. A verba é dividida entre os 32 partidos em atividade no país.
A repartição é feita conforme o tamanho da bancada de cada sigla no Congresso e o desempenho delas nas últimas eleições presidenciais.
Quais partidos receberão mais recursos?
O União Brasil, resultante da fusão dos antigos DEM e PSL, receberá o maior montante, com mais de R$ 782 milhões. Em seguida, aparecem:
PT (R$ 503 milhões), MDB (R$ 363 milhões), PSD (R$ 349 milhões), PP (R$ 344 milhões), PSDB (R$ 320 milhões).
Na outra ponta do levantamento, seis partidos receberão R$ 3,1 milhão cada um: PCB, PCO, PMB, PRTB, PSTU, UP. Sem representantes na Câmara e no Senado, estas legendas terão direito apenas à cota mínima distribuída a todas as agremiações registradas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O Fundo Eleitoral é o único recurso disponível aos candidatos?
Não. Nestas eleições, as candidaturas também contam com doações de pessoas físicas, podem injetar recursos próprios nas campanhas e também têm acesso ao fundo partidário. A doação de empresas, por sua vez, foi proibida em 2016. Este fundo, que não se confunde com o eleitoral, é pago aos partidos todos os anos, em parcelas mensais, para manutenção de despesas correntes, mas também é usado nas campanhas. A presidenciável Simone Tebet (MDB), por exemplo, ainda não teve arrecadação do fundo eleitoral, mas já recebeu R$ 5 milhões do fundo partidário.
Fonte: Portal Peperi
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