A Justiça Federal em Chapecó atendeu parcialmente os pedidos do Ministério Público Federal e condenou uma organização criminosa especializada na importação ilegal de bebidas alcoólicas na região. Em nota, o MPF informou que seis acusados foram condenados pelos crimes de organização criminosa e descaminho. As penas variam de um ano e seis dois meses de reclusão até 18 anos de prisão em regime fechado.
De acordo com o Ministério Público Federal, a organização criminosa adquiria bebidas, principalmente na Argentina, Paraguai e Uruguai, e introduzia os produtos no Brasil sem passar pelo controle alfandegário e sem o pagamento de direitos e impostos. O MPF afirmou, no processo, que essa prática é conhecida como “contrabando formiga”, consistindo no método por meio do qual os operadores do esquema contratam diversas pessoas para transportar, cada uma delas, apenas pequenas quantidades de mercadorias estrangeiras. O MPF descobriu que a organização criminosa operava desde 2014, com o objetivo de obter vantagem econômica mediante a prática reiterada de descaminho.
Segundo o MPF, a partir de São Miguel do Oeste, as bebidas eram remetidas, principalmente, para Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, onde eram recebidas e comercializadas pelos demais membros da organização em boxes localizados no camelódromo do município.
O Ministério Público Federal apontou, no processo que foi julgado nos últimos dias, que a remessa das bebidas era feita por meio de empresas de transporte e acompanhada de notas fiscais falsas de empresa fantasma e em nome de “laranjas”, que tinham os dados pessoais utilizados sem conhecimento. Segundo a acusação, um dos acusados recebeu em suas contas bancárias mais de dois milhões e cem mil reais entre os anos de 2013 e 2015. Já a empresa fantasma do chefe da organização teve, entre 2013 e 2015, movimentação bancária de mais de um milhão e 200 mil reais. Além da pena de prisão, a Justiça também decretou o perdimento de quatro imóveis e seis veículos de integrantes do grupo, além de dinheiro em espécie. Como a decisão foi em primeiro grau, todos podem recorrer para o Tribunal Regional Federal.
A Peperi entrou em contato com o advogado Vanderson Filimberti que representa dois dos acusados. Ele disse que a defesa vai recorrer da decisão para reverter a situação no Tribunal Regional Federal. A Peperi não conseguiu entrar em contato com os advogados dos demais condenados.
Fonte: Portal Peperi
Pais questionam possível redução de turmas na Escola Marechal; Educação explica situação
Carro capota em colisão no centro de São Miguel do Oeste
Flávio Bolsonaro se declara presidente eleito do Brasil em carta divulgada nos EUA
Vereadora cobra informações sobre capacitação de servidores em SMO
Vereadora cobra explicações sobre possível terceirização da UPA; Prefeitura afirma que não há discussão oficial
Saúde de Belmonte recebe novo veículo para transporte de pacientes
Helicóptero da Polícia Civil flagra pesca ilegal e homem é preso no rio Uruguai
Rede Feminina encerra campanha Outubro Rosa com a Jornada Sobre o Viver em São Miguel do Oeste
Novembro terá três feriados nacionais e dois possíveis feriadões
SC confirma terceiro foco da doença de Newcastle no Oeste do estado
Carlos Bolsonaro pede desculpas ao pai após derrota de Flávio nas eleições
Polícia Civil prende condenado por estupro de vulnerável em Itapiranga