Os quatro jovens de Minas Gerais mortos na Grande Florianópolis no início do ano foram torturados e executados após serem confundidos como integrantes de um grupo criminoso adversário. A informação foi divulgada pela polícia do Pará, que prendeu na quarta-feira, 25, um suspeito do crime.
Daniel Luiz da Silveira (28 anos), Bruno Máximo da Silva (28 anos), Guilherme Macedo de Almeida (20 anos) e Pedro Henrique Prado de Oliveira (19 anos) foram achados mortos no dia 3 de janeiro deste ano. Eles estavam amarrados e com lesões nos corpos.
"O brutal homicídio ocorreu após as vítimas serem submetidas a sessões de tortura por horas", disse ainda a polícia paraense ao informar sobre a prisão no Pará.
Procurada nesta quinta (26), a Polícia Civil de Santa Catarina disse que segue investigando o caso e que as investigações indicam que o suspeito preso no Pará teve contato com as vítimas ainda na comunidade Chico Mendes, em Florianópolis.
O g1 questionou a polícia catarinense sobre como os mortos foram confundidos, mas a informação não foi detalhada.
Desaparecimento
Os quatro eram amigos, moravam juntos em São José, cidade vizinha a Florianópolis, e buscavam melhores condições de vida em Santa Catarina. Guilherme, por exemplo, estava na região há cerca de 20 dias e tinha um emprego garantido.
Os jovens foram vistos pela última vez no Centro de Florianópolis no fim de dezembro de 2025. Eles foram flagrados também por câmeras em frente ao apartamento onde moravam juntos, no bairro Barreiros, em São José, cidade vizinha à capital catarinense.
Fonte: G1 SC
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