Instituto Recomeçar Mulher promove ações de conscientização durante o Agosto Lilás em São Miguel do Oeste

Por Lucas Lôndero, São Miguel do Oeste

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Instituto Recomeçar Mulher promove ações de conscientização durante o Agosto Lilás em São Miguel do Oeste
Foto: Lucas Lôndero / Portal Peperi

O Instituto Recomeçar Mulher promoveu, ao longo do mês de agosto, uma série de ações voltadas à conscientização, prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher em São Miguel do Oeste. As atividades fizeram parte da programação do Agosto Lilás e contaram com a participação de diferentes entidades e órgãos da rede de proteção.

Em entrevista à Rádio Peperi, o presidente do Instituto Recomeçar Mulher, Celso Diniz, destacou o trabalho desenvolvido durante o mês e o envolvimento dos integrantes da instituição nas ações.

A programação começou no dia 1º de agosto, com um panfletaço realizado no calçadão de São Miguel do Oeste. Na oportunidade, foram distribuídos materiais com informações sobre o trabalho desenvolvido pelo Instituto e orientações relacionadas à violência contra a mulher.

A abertura também contou com a participação e apoio da Rede Catarina, Procuradoria Especial da Mulher, Polícia Militar, Polícia Civil, representantes da Câmara de Vereadores e outras entidades.

Outro destaque foi a roda de conversa realizada no dia 22 de agosto. Segundo Celso, a atividade teve grande procura e as inscrições foram encerradas rapidamente. Diante da demanda, o Instituto já trabalha na organização de uma nova edição, em um espaço maior.

O presidente também ressaltou que a procura por informações e orientações tem sido grande. Atualmente, o Instituto Recomeçar Mulher está em fase de estruturação da casa que deverá futuramente oferecer acolhimento às mulheres vítimas de violência.

Enquanto o espaço ainda não está em funcionamento, o Instituto orienta e encaminha as mulheres que procuram ajuda para os serviços disponíveis na rede de proteção. A proposta é que, quando a casa estiver em funcionamento, as vítimas possam contar com um ambiente seguro, privacidade, dignidade, acompanhamento psicológico e orientações para reconstruir suas vidas.

Celso reforçou ainda a importância de denunciar casos de violência doméstica e familiar. Ele lembrou que a violência não se limita à agressão física e também pode ser psicológica, moral, sexual ou patrimonial.

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