Os catarinenses que ainda não responderam ao Censo 2022 têm até segunda-feira, 20, para fazer isso por telefone, através do número 137, ou para agendar a visita do recenseador, ligando para 0800-721-8181. Os canais de atendimento funcionam diariamente das 8h às 21h30min.
A coleta de informações está marcada para se encerrar no dia 28 de fevereiro.
Nesta sexta-feira, 17, Santa Catarina chegou a 7,1 milhões de catarinenses recenseados. Isso representa 97,1% da população estimada. Os 20 municípios mais populosos do Estado ultrapassaram a marca dos 100% de domicílios recenseados com base na estimativa do IBGE.
Neste mês, o objetivo é alcançar os 135 mil domicílios com morador ausente no momento da visita (4,86% do total) e tentar reverter as 47 mil recusas (1,7%).
Os processos de apuração e avaliação de qualidade seguem em março, quando se encerram as
etapas finais da coleta. A divulgação dos resultados definitivos referentes à população dos municípios está prevista para abril.
O que dizem os dados preliminares de SC
Até 31 de janeiro, o quadro do Censo aponta para um predomínio pequeno da população feminina em Santa Catarina, equivalente a 50,7% do total. No Censo de 2010, este percentual era de 50,4.
Das populações de povos tradicionais, até essa mesma data, foram recenseados 20,7 mil indígenas, o que equivale a 1,29% da população indígena nacional, de 1,6 milhão, e 0,3% dos catarinenses. No último Censo a população indígena catarinense era de 16 mil. Ainda neste mesmo tema, como novidade deste Censo, 4,2 mil catarinenses declararam-se quilombolas, o correspondente a 0,33% dos 1,29 milhão de brasileiros quilombolas, e 0,06% da população do Estado.
Quanto às condições de moradia, até então identificou-se que 105 mil catarinenses vivem em aglomerados subnormais (ocupações irregulares), equivalente a 0,73% dos 14,4 milhões de brasileiros que habitam nesses domicílios. Em relação à população estadual o número equivale a 1,49% dos catarinenses.
Por que responder ao Censo?
O IBGE reforça que, mais do que uma obrigação, responder ao Censo é um ato de cidadania. Além do cálculo da distribuição do Fundo de Participação dos Municípios, os dados servem de base para reformulação de políticas públicas mais assertivas como o direcionamento de investimentos em saúde, educação, infraestrutura e programas sociais.
Fonte: Portal Peperi
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