O Governo de Santa Catarina segue acelerando as ações de bem-estar animal no estado. Por meio da Secretaria do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE), os primeiros repasses do programa Pet Levado a Sério já foram concluídos em 2025, ano de lançamento da iniciativa. Agora, em 2026, novos municípios confirmaram adesão e devem iniciar os primeiros mutirões de castração ainda no primeiro semestre.
O programa prioriza a castração de cães e gatos que pertencem a tutores em situação de vulnerabilidade social, além de animais comunitários ou em contexto de risco e maior impacto sanitário.
Entre as cidades que vão realizar os próximos mutirões estão Santa Rosa do Sul, Leoberto Leal, Saudades, União do Oeste, Presidente Nereu, Galvão, Nova Erechim, Balneário Gaivota, Nova Itaberaba, Taió, Rancho Queimado, Ponte Serrada, Gaspar, Guarujá, Sangão e Xanxerê.
Segundo o secretário da SEMAE, Cleiton Fossá, o programa é o maior do país na área. “O Pet Levado a Sério é o maior programa de castração de cães e gatos do Brasil. É a primeira vez que Santa Catarina apresenta uma iniciativa dessa magnitude no bem-estar animal. Pedimos que os municípios acelerem os trâmites administrativos para garantir esses recursos fundamentais na redução de maus-tratos e zoonoses”, destacou.
Os municípios contemplados precisam enviar a documentação necessária para formalizar o convênio simplificado. A orientação é que o processo seja feito com agilidade para que os recursos sejam liberados e as castrações ocorram ainda no primeiro semestre de 2026. Em caso de dúvidas, os gestores podem entrar em contato com a Dibea Estadual pelo telefone (48) 3665-7501 ou pelo e-mail dibea@semae.sc.gov.br.
Ao todo, o Governo do Estado está investindo mais de R$ 17 milhões para viabilizar mais de 80 mil castrações em 273 municípios, alcançando 96% do território catarinense.
Além dos recursos, o programa também oferece capacitações técnicas às prefeituras, promovidas pela Dibea Estadual.
A diretora da Dibea, Fabrícia Rosa Costa, reforça que o trabalho vai além das cirurgias. “As prefeituras recebem apoio técnico e formação para desenvolver ações de guarda responsável e capacitar agentes públicos. A ideia é garantir resultados concretos: menos abandono, menos maus-tratos e mais saúde para os animais e para a população.”
Fonte: Portal Peperi
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