Foi realizado na noite desta quinta-feira, 12, em São Miguel do Oeste, o evento Giro da Safra, que reuniu técnicos, produtores e representantes de cooperativas para avaliar a produtividade do milho e as condições das lavouras na região. O levantamento, coordenado pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa) e pela Epagri, indicou desempenho acima das expectativas, com média de 200 sacas por hectare em propriedades monitoradas no Extremo Oeste.
O gerente estadual do Cepa, Dilvan Ferrari, destacou em entrevista à Peperi que o evento permite confrontar as estimativas oficiais de safra com dados coletados diretamente no campo, reforçando a confiabilidade das informações divulgadas pela Epagri. Segundo ele, foram visitadas mais de 80 propriedades, onde técnicos avaliaram produtividade, densidade de plantio, compactação do solo, presença de pragas, doenças e plantas daninhas. Um dos pontos observados foi a perda de cerca de 5% na produtividade em função de falhas de plantabilidade, o que pode representar até 5 sacas por hectare a menos para o produtor.
Ferrari afirmou que a produtividade média superou a previsão inicial, estimada entre 170 e 180 sacas por hectare, e que algumas propriedades chegaram a registrar até 240 sacas por hectare. A média ficou de 200 sacas. Para ele, os resultados indicam adoção crescente de tecnologia no campo e reforçam a importância da assistência técnica e do cooperativismo para aumentar a renda dos produtores.
O coordenador do Giro da Safra, Valmir Kretschmer, assistente de pesquisa e mercado do Cepa, explicou em entrevista à Peperi que o projeto envolveu mais de 60 profissionais em 13 municípios, com propriedades selecionadas de forma aleatória. Além da produtividade, o estudo analisou fatores como compactação do solo, pragas, doenças, tipos de híbridos utilizados e diferenças climáticas entre municípios. Kretschmer ressaltou que falhas no plantio podem gerar perdas de até mil reais por hectare, destacando a importância do manejo adequado desde a implantação da lavoura.
Os dados também mostraram variações significativas de produtividade, influenciadas por fatores como tecnologia empregada, época de plantio e distribuição das chuvas.
Segundo Kretschmer, as informações levantadas servirão de base para orientar produtores, cooperativas e políticas públicas voltadas ao setor agrícola no Estado.
Fonte: Portal Peperi
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