O resfriamento do oceano Pacífico na região equatorial, que caracteriza o fenômeno conhecido como La Niña, está influenciando o clima no Brasil pela terceira primavera consecutiva.
O meteorologista Claudemir Azevedo, do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) explica que nestas condições as regiões nordeste, centro-oeste e sudeste do Brasil tendem a ter mais chuvas. Já o sul, tende a enfrentar mais estiagem.
“Estes fenômenos são cíclicos. Eles costumam acontecer de sete em sete anos”, diz o especialista.
Apesar da influência durante a primavera, os meteorologistas preveem um enfraquecimento da La Niña até dezembro deste ano.
“Precisamos observar se a temperatura do oceano Pacífico vai se manter em um nível de neutralidade ou se terá aquecimento, o que caracteriza o fenômeno El Niño”, diz o meteorologista.
Meteorologista detalha que já é possível observar um volume de chuva um pouco maior no sul do país em comparação às primaveras anteriores, o que reforça o indicativo de enfraquecimento do fenômeno.
Minas Gerais é um dos estados que viu volume de chuvas ficar alto nos últimos anos devido a La Niña. Apesar das tempestades de granizo registradas no início desta semana no sul do estado, para a primavera de 2022, a expectativa é que os índices fiquem dentro da média ou ligeiramente acima do esperado.
Fonte: Portal Peperi
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