Vestígios biológicos encontrados em cenas de crime têm sido fundamentais para identificar autores e esclarecer investigações em Santa Catarina. O trabalho é realizado pela Polícia Científica, que utiliza técnicas de genética forense para analisar materiais coletados durante as perícias.
Mesmo quando não são visíveis a olho nu, fluidos corporais, fios de cabelo, fragmentos de tecido ou células deixadas pelo simples contato com objetos podem conter informações importantes para a investigação.
Após o registro de um crime, equipes periciais são acionadas para examinar o local e buscar possíveis vestígios. A coleta é feita com instrumentos estéreis, como swabs e pinças, garantindo a preservação do material genético e evitando contaminações.
Todo o material recolhido é armazenado, identificado e documentado, seguindo protocolos rigorosos da chamada cadeia de custódia, que assegura a integridade das evidências até a análise em laboratório.
De acordo com a Polícia Científica, no laboratório de genética forense o material passa por processos de extração, quantificação e análise do DNA, permitindo a obtenção do perfil genético.
Esses perfis podem ser comparados com amostras de referência ou inseridos em bancos de perfis genéticos, tanto estaduais quanto nacionais. Quando ocorre um possível cruzamento positivo, conhecido como “match”, os peritos confirmam tecnicamente a compatibilidade antes da emissão do laudo.
Segundo o órgão, o uso da genética forense tem se tornado uma das principais ferramentas científicas na investigação criminal, ajudando a produzir provas técnicas que auxiliam a Justiça e contribuem para a elucidação de crimes.
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