O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL) criticou, nesta sexta-feira, 17, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou a lei que proíbe cotas raciais em universidades catarinenses inconstitucional. Nas redes sociais, o governador negou que ela extinguia as cotas, mas que a melhorava.
A Lei nº 19.722/2026 havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) no final de 2025 e sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL) em janeiro. No entanto, entidades, partidos e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acionaram o STF com a alegação de que a matéria era inconstitucional.
Na postagem, Jorginho Mello disse que a lei buscava focar “nos mais pobres”, mas que o Brasil “não aceitar sequer discutir o tema”.
“Enquanto isso, alunos mais pobres continuarão perdendo suas vagas por questões de cor ou identidade de gênero. Portanto, quem perdeu não foi o governo ou o governador”, escreveu o governador na rede social X (ex-Twitter).
Jorginho ainda criticou manifestações da imprensa que, segundo ele, tentaram “rotular como higienista o governador do Estado com a menor desigualdade social do Brasil”.
Fonte: NSC Total
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