Alunos com deficiência ganham maior espaço no ensino regular. A formação ocorreu em parceria entre Secretaria de Estado da Educação e Fundação Catarinense de Educação Especial. Este trabalho está sendo ampliado em 2025, com disponibilidade de profissional para auxiliar os professores da rede estadual de ensino.
Conforme a responsável pela Educação Especial na Regional de Educação de Itapiranga, Carla Dall Soto, a formação contou com professor bilíngue e interpretes de libras, seguindo com formação do segundo professor, profissionais de educação física e professores do atendimento de educacional especializado.
Carla Dall Soto considera que vai ocorrer um ganho muito grande na qualificação dos professores do ensino regular para atender alunos com algum tipo de deficiência. Ela menciona que o curso foi organizado para atender a um público de professores que atendem 34 mil estudantes da educação especial, que estão incluídos na rede regular estadual. A formação ocorreu presencialmente em Itapiranga.
Segundo a responsável pela Educação Especial na Regional de Educação de Itapiranga, cresce o número de alunos com deficiência que são atendidos no ensino regular. Conforme Carla Dall Soto, 65 profissionais da educação especial atuam nas escolas em Itapiranga, São João do Oeste, Tunápolis, Santa Helena e Iporã do Oeste. São 85 estudantes alunos com parecer na Fundação para terem o serviço especializado.
Carla Dall Soto destaca a importância do profissional da educação especial na escola regular. Segundo ela, este é um trabalho que deve ser ampliado para garantir o direito de educação para todos. A Secretaria de Estado da Educação investe constantemente em capacitação para o aperfeiçoamento dos profissionais que atuam com o público da Educação Especial, tanto nas escolas da rede regular de ensino quanto nas instituições parceiras.
De acordo com Carla, pela primeira vez foi ofertado uma capacitação deste nível e com essa abrangência, buscando alcançar os profissionais da rede em todos os municípios do estado. Ela ressalta que o objetivo é de respeitar a condição de deficiência do aluno, porém permitindo que ele participe de espaços comuns.
Fonte: Portal Peperi
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