Eram 18h13 nos Estados Unidos (19h13 no Brasil) quando um comício do ex-presidente americano Donald Trump foi interrompido pelo som de tiros, no estado americano da Pensilvânia.
Trump foi retirado às pressas do palco e ferido, com sangue no rosto e na orelha. O ex-presidente Donald Trump estava há cerca de 10 minutos discursando no palco em um comício na cidade de Butler, quando, de repente, o som de várias explosões parecidas com tiros interromperam o evento.
Na hora, Donald Trump colocou a mão na orelha direita e se abaixou. Ele foi cercado por um grupo de seguranças e agentes policiais.
Na sequência, depois de ser cercado, Donald Trump foi retirado do palco às pressas pelos agentes de segurança. Ele estava com sangue escorrendo pelo rosto.
O ex-presidente saiu do palanque com o punho erguido, clamando pelos seus apoiadores. A plateia começou a gritar em coro "Estados Unidos". Trump entrou em um carro do Serviço Secreto americano. Ainda não se sabe para onde Trump foi levado.
Um porta-voz de Donald Trump afirmou que o Serviço Secreto americano informou que o ex-presidente está em segurança. Que há uma investigação ativa em andamento. E que mais informações serão divulgadas quando possível.
Profissionais da Agência Americana de Álcool, Tabaco e Armas de Fogo foram enviados ao local para ajudar no inquérito. O presidente Joe Biden já foi informado da situação, segundo assessores da Casa Branca.
Várias autoridades e políticos já se manifestaram sobre o episódio. Os líderes do Partido Democrata na Câmara e no Senado — o deputado Hakeem Jeffries e o senador Chuck Schumer — se disseram horrorizados com o episódio. E disseram que a violência política nunca é aceitável. O governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, disse que já mobilizou agentes locais para ajudar os agentes federais. E também condenou a violência política.
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, condenou o ataque ao ex-presidente dos Estados Unidos — e disse que a violência não tem lugar em eleições, na política e nas sociedades.
Segundo a correspondente Sandra Coutinho, de Nova York, o jornal norte-americano Washington Post afirmou o suspeito de ter cometido o atentado foi morta. O jornal também publicou que uma terceira pessoa ficou gravemente ferida.
Além das autoridades acima, Nancy Pelosi, ex-presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, figura importante do Partido Democrata, postou que “graças a Deus, que Donald Trump está vivo”. Nancy também foi vítima de violência política quando a casa dela foi invadida e o marido dela foi ferido a martelada, há anos.
Outros líderes importantes falaram sobre o caso. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, disse que está chocado com o ataque.
O presidente da Hungria, Victor Urban, disse pelas redes sociais que "está pensando em Trump neste momento".
Já está em curso uma investigação para tentar entender o que aconteceu e quais foram as motivações desse atirador que, segundo Washington Post, teria morrido.
Segundo o comentarista Guga Chacra, Trump sobreviveu por milímetros.
"Neste momento, Trump poderia estar morto. Ele sobreviveu porque o tiro foi de raspão, mas o foi para matar. Está confirmado, o atirador morreu, segundo agências de notícias. E mais uma pessoa na plateia teria morrido", disse.
Ainda não há informações sobre a identidade do atirador.
Fonte: Portal Peperi
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