Comprar frutas e legumes, usar aplicativos de transporte ou abastecer o carro. Tudo isso ficou mais custoso para o brasileiro em março, mostram os dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgados nesta sexta-feira, 08.
O indicador oficial de inflação do país subiu 1,62% no mês passado. É a maior taxa para março em 28 anos, indicou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Entre os produtos que registraram as maiores variações de preços, houve predomínio de alimentos. O melão teve o avanço mais intenso da pesquisa: 35,18%.
Em seguida, aparecem pimentão e cenoura, com altas de 33,12% e 31,47% em março. A cenoura, aliás, acumula disparada de 166,17% nos últimos 12 meses. É a maior inflação nesse recorte.
Tomate (27,22%), repolho (26,72%) e mamão (19,51%) também ficaram mais caros em março.
Segundo analistas, a comida subiu com o clima adverso na largada do ano. Fortes chuvas no Sudeste e seca no Sul castigaram plantações, gerando reflexos sobre a oferta de alimentos e os preços finais.
Na combinação entre o tamanho do aumento e o peso na cesta de produtos, o tomate foi quem mais pressionou a alta de março.
Fora do grupo dos alimentos, o óleo diesel foi o item que mais avançou em março: 13,65%. Trata-se da sétima maior alta da pesquisa.
A carestia do diesel veio na esteira do mega-aumento dos combustíveis promovido pela Petrobras nas refinarias em 11 de março. O item também pressiona os alimentos, porque encarece o custo do frete no país, indicou o IBGE.
Em outro reflexo do mega-aumento, o transporte por aplicativo teve a segunda maior alta fora dos alimentos: 7,98%.
Conforme a metodologia do IPCA, nem sempre os produtos e serviços com as variações de preços mais intensas representam as principais influências sobre o resultado.
Prova disso é que o índice de março foi pressionado especialmente pela gasolina. No mês passado, o combustível subiu 6,95%. O produto gerou impacto de 0,44 ponto percentual sobre o IPCA.
A gasolina tem uma influência maior na cesta de produtos e serviços que são consumidos pelas famílias analisadas no indicador. Assim, mesmo subindo menos do que outros componentes, respondeu pelo principal impacto de toda a pesquisa.
No caso dos alimentos, a maior contribuição veio do tomate, segundo o IBGE. O item teve impacto de 0,08 ponto percentual no IPCA mensal.
Fonte: Portal Peperi
Grêmio sai na frente, mas Bragantino busca empate na Arena
Saer transfere idoso de São João do Oeste para Hospital de Xanxerê em 25 minutos
Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo
Prefeitura de SMO discute com DNIT melhorias no trevo da BR-282 com a SC-163
Réu pela morte de Catarina Kasten depõe em audiência e responde apenas à defesa
Patrimônio de Vorcaro cresceu R$ 1,2 bilhão em um ano, revelam declarações ao IR
Após problemas em Itapiranga, Corpo de Bombeiros lança aplicativo para acionar 193
ADEFISMO realiza assembleia para eleger nova diretoria em São Miguel do Oeste
Começa nesta quinta-feira o Liquida Inverno Iporã