A Associação Empresarial e Cultural de Itapiranga promoveu na tarde desta quarta-feira, 15, uma reunião com a gerência regional da Celesc. O objetivo foi de apresentar demandas por energia elétrica e cobrar agilidade nos investimentos da companhia. O Presidente da Associação Empresarial, Airton Sehn, relatou dificuldades de empreendedores da indústria e também do agronegócio devido a carência de energia elétrica em grandes demandas.
Já o gerente regional da Celesc, Sandro Valmorbida, disse que estão ocorrendo investimentos significativos para melhorar a distribuição de energia e atender os setores produtivos. Está em fase de projeto o investimento para ampliar a capacidade da subestação de Itapiranga com novos transformadores.
A regional da Celesc está priorizando investimentos em redes de distribuição e não tem no radar a implantação de novas subestações. A estrutura prevista para Tunápolis não é prioridade no momento. Segundo o gerente regional da Celesc, Sandro Valmorbida, ocorreu uma mobilização para construção de uma subestação em Tunápolis. Foi realizado um encontro com prefeitos de Itapiranga, Tunápolis, São João do Oeste, Santa Helena e Iporã do Oeste para debater o assunto.
O gerente afirma que o investimento deve ocorrer no futuro, porém no momento o foco está em novas redes e alimentadores para melhorar a qualidade na distribuição de energia para atender as demandas da indústria e do agronegócio.
Valmorbida destaca avanços no programa Celesc Rural, com rede trifásica em várias comunidades do interior. Outra obra importante com investimento de quase R$ 5 milhões vai contemplar um novo alimentador com troca de cabo para melhorar a qualidade de energia em uma rede de 15 quilômetros na rodovia da fronteira, entre Itapiranga e Tunápolis.
“A Celesc realiza constantes investimentos para atender as demandas e permitir investimentos em diferentes setores produtivos” afirma.
Sandro Valmorbida destaca ainda o investimento superior a R$ 90 milhões para interligar as subestações de Mondaí e Itapiranga. O início das obras está previsto para 2027 em uma estrutura que vai mudar a realidade na distribuição de energia. Atualmente o abastecimento ocorre somente a partir de São Miguel do Oeste.
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