Em 2010 o Ministério Público firmou um Termo de Ajustamento de Conduta com a prefeitura do município, para dar o destino correto aos esgotos. Adir Faccio, diretor da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento trouxe o diagnóstico que aponta que mais de 50 por cento das casas não dá o destino correto aos dejetos, contaminando o meio ambiente.
A implantação de uma rede de esgoto com estação de tratamento ficaria muito cara para o município, por isso se estuda trabalhar individualmente. Conforme ele, fossa negra feita de um buraco coberto de pedra não é tratamento de esgoto. O correto é abrir uma fossa, ter um filtro e depois um sumidouro. Ele orienta o prefeito a criar uma lei obrigando todas as residências a se adequarem ao modelo. Campo Erê é uma região de muitas nascentes e o destino errado de esgoto pode contaminar o lençol freático.
Faccio comenta que o custo de uma fossa com filtro e o sumidouro fica muito barato considerando os problemas que os dejetos causam para a saúde humana e ao meio ambiente quando descartados de maneira errada. Conforme ele, o novo sistema nas residências precisa ser providenciado com urgência. O Ministério Público dá um prazo máximo de 2 anos para cada casa se adequar.
Fonte: Portal Peperi
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